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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Copa Record Rio


A Copa Record Rio de Futebol foi um campeonato profissional realizado entre 21 de outubro e 3 de dezembro de 2005, de responsabilidade da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a Rede Record.
Na primeira fase do torneio, os times foram separados em dois grupos numericamente iguais. As equipe deviam enfrentar os adversários do outro grupo, em turno único, classificando-se as duas melhores equipes de cada grupo para as semifinais.
Na semifinal, cruzavam-se, em jogo único, o primeiro e segundo lugares de cada grupo. Os vencedores de suas respectivas chaves adquiriam o direito de disputar a final, também realizada em uma só partida.

O Flamengo disputou o campeonato com jogadores saídos do junior e outros que não estavam sendo utilizados. Em resumo era o Flamengo B. E no fim a equipe levantou a tação ao ganhar do Olaria nos penaltys.

A campanha do campeão foi essa:
Bonsucesso 0x4 Flamengo
Flamengo 1x1 Céres
Estácio de Sá 0x1 Flamengo
Flamengo 0x1 Villa Rio
Botafogo 0x1 Flamengo

Semi Final
Céres 1x2 Flamengo

Final
Olaria 0x0 Flamengo (4x5 nas penalidades)

Ficha técnica da Final:
C.R.Flamengo 0x0 Olaria (RJ)
Nos penaltis C.R.Flamengo 5x4 Olaria
Copa Record - Decisão - Campeonato Municipal
02/12/2005 - Estadio Rua Bariri (RJ)
Time: Wilson; Marcelinho, Thiago, Carlos Alexandre, Fábio (Igor Nakamura); Elan, Yuri, Róbson, Emerson; Fabiano Oliveira (Eder), Fábio Júnior.

terça-feira, 17 de março de 2009

O fim do Jejum do Botafogo - 1989

Crédito: http://fogoeterno.files.wordpress.com/
Foram 21 anos de sofrimento. Um após outro, a torcida botafoguense só fez crescer. Desastre depois de desastre, a gente da estrela solitária era cada vez mais gente. O título não vinha, parecia até que nunca voltaria. Mas a gente alvi negra é insistente, persistente, teimosa mesmo. De tanto acreditar, desde do dia 21 de junho festeja. O Glorioso é campeão. Comparar não é possível, que os campeões de 1989 não merecem. O papel que a história lhes reservou está cumprida, maravilhosamente cumprida. Até porque, que outro Botafogo ganhou invicto o campeonato ? Como poucas vezes, em 24 anos, os onze jogadores de cada partida do Botafogo mantiveram com sangue e suor uma invencibilidade impressionante. Heróis que não se assustaram nem com o Flamengo do eterno Zico ou a selevasco.

Numa final inesquecível, o Botafogo chega invicto ao título sonhado e, 21 anos depois, transforma o Rio de Janeiro numa contagiante loucura em preto e branco. Parecia um sonho. No dia 21 de junho de 1989, no maracanã, o Botafogo decidia com o Flamengo o titulo de campeão carioca da temporada. O primeiro tempo terminou com um 0x0. Mas, aos doze minutos da etapa completar, Vitor iniciou uma jogada e tocou a bola para Luizinho. O lançamento saiu perfeito para Mazolinha na ponta esquerda. O cruzamento veio pelo alto e a bola está está mais para o lateral do Flamengo Leonardo. O ponta Mauricio do Botafogo estava presente ao lance decisivo. Esperto, desloca Leonardo com um leve toque nas costas e chuta para o fundo da meta rubro negro. Mauricio saiu correndo feito um louco para comemorar o gol que, mais tarde, valeria o titulo de campeão carioca. O Rio de Janeiro começava a se vestir de preto e branco.

“Tu és o Gloriso. Não podes perder, perder pra ninguém” - A torcida começava a cantar o hino do Botafogo. Antes mesmo do encerramento da partida, a torcida explodia e gritava – “é campeã...é campeão”. A volta olímpica dos campeões teve até, o aplauso da torcida do Flamengo.

Ficha do jogo
Dia 21 de junho de 1989.
No maracanã – decisão do campeonato carioca – Botafogo 1 x Flamengo 0.
Gol de Maurício.
Juiz: Walter Senra.
Renda: R$ 302.592,00
Publico: 56.412 pagantes.
O Botafogo campeão com Ricardo Cruz, Josimar, Wilson Gotardo, Mauro Galvão e Marquinhos, Vitor, Carlos Alberto e Luizinho, Mauricio, Paulinho Criciúma e Gustavo (Mazolinha) / Técnico: Valdir Espinosa.
Flamengo: Zé Carlos, Jorginho, Aldair, Zé Carlos II e Leonardo, Ailton, Renato e Zico (Marquinhos), Alcino (Sergio Araújo), Bebeto e Zinho / Técnico: Telê Santana

Vasco da Gama 7 x 0 Flamengo

No dia 26 de Abril de 1926 o time cruzmaltino venceu o arqui-rival por 7x0 em jogo realizado no Estádio de São Januário, válido pelo 1º turno do Campeonato Carioca de 1931. Os gols foram marcados por Russinho (4), Mário Mattos (2) e Sant'Anna.
As derrotas do Flamengo para o Vasco estavam se tornando constantes, a ponto da imprensa carioca tradicionalmente rubro-negra tentar ignorar aquele massacre nos jornais do dia seguinte. No período de 1928 a 31, o time cruzmaltino venceu todos os 8 jogos oficiais contra os flamenguistas.

Este foi um dos primeiros grandes times da história do Vasco. Quatro atletas (Brilhante, Itália, Fausto e Russinho) foram convocados para a Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1930 no Uruguai, além de Tinoco para a edição de 1934 na Itália. O meio-campo Fausto chegou a receber o apelido de “La Maravilha Negra” pela imprensa uruguaia por causa das suas grandes atuações em campo.

O ponta-esquerda Sant'Anna foi o primeiro jogador a fazer um gol olímpico no país. Isto aconteceu em 1928, na inauguração dos refletores de São Januário, quando o Vasco venceu o Wanderers do Uruguai por 1x0.

Se na esquerda tinha Sant´Anna, pela direita vinha Paschoal, apelidado de “Trem de Luxo” pela sua extrema velocidade. Ele atravessou todo o período que o Vasco venceu o racismo no futebol carioca, conquistando os primeiros títulos do clube, desde o Carioca da 2ª divisão em 1922. Foi titular absoluto do Vasco e das seleções carioca e brasileira, apesar de não ter participado daquela goleada de 7x0 sobre o Flamengo.

Paschoal pertencia, com orgulho, a uma geração que amava o clube. Pelo resto de sua vida, trabalhou com o mesmo amor pelas sagradas cores do Vasco, razão maior da sua vida. Com mais de 80 anos, continuava integrado ao Vasco, ensinando garotos que sonhavam um dia representar a cruz-de-malta tal como ele.

Não se pode esquecer também de Sebastião Paiva Gomes, o Mola, Campeão Carioca em 1929 e 1934. Ele era o cão de guarda do time e os atacantes da época tinham pavor de enfrentá-lo. Em 1934, Mola foi convocado para a Seleção que disputaria a Copa do Mundo, mas, ao contrário dos seus companheiros vascaínos Tinoco e Leônidas da Silva, preferiu continuar como profissional no Vasco, uma vez que a CBD só levaria "amadores" para a Itália.

Outro ídolo da lendária equipe foi Russinho, autor de quatro gols na goleada histórica sobre o Flamengo. Ele também se sagrou artilheiro dos Cariocas de 1929 e 1931. Em 1930 Russinho atingiu grande popularidade e foi eleito o melhor jogador do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, num concurso promovido por uma marca de cigarros.

Para comandar este leque de craques, o Vasco tinha Harry Welfare como técnico. Vindo do Liverpool, o gringo do país que inventou o futebol chegou ao Brasil em 1912 contratado pelo Colégio Anglo-Brasileiro para ensinar a língua inglesa. Como jogava muito bem futebol, ingressou no Fluminense e fez história nos campos cariocas. Foi o técnico vascaíno de 1927 a 37, voltando ao cargo na temporada de 1940.

Recitando a escalação do Vasco
A base dessa vitoriosa equipe vascaína de 1931 ainda era a mesma campeã carioca em 1929. O timaço se consagrou ao bater o América por 5x0 na final, após dois empates na série melhor-de-três. No ano seguinte (1930) a grande vítima foi o Fluminense, que também sofreu a maior goleada da história do clássico: 6x0 em São Januário.

Porém, o que realmente mais impressionava no Vasco de 1929 era a criatividade dos torcedores em recitar a escalação de seus ídolos. Frases como estas eram postas com orgulho nos botequins do Rio de Janeiro:

“JAGUARÉ foi na ITÁLIA comprar BRILHANTE. Assistiu com TINOCO a ópera FAUSTO, sentado numa cadeira de MOLA. Na volta, PASCHOAL encontrou OITENTA E QUATRO RUSSINHOS junto com MÁRIO MATOS na Igreja de SANTANA”.

Ou:
“JAGUARÉ fez uma BRILHANTE defesa na ITÁLIA. TINOCO foi visitar FAUSTO numa cadeira de MOLA, PASCHOAL comeu OITENTA E QUATRO empadas com RUSSINHO e MARIO MATTOS no campo de SANTANA”.

Quem comprova isso é o sócio Fabrício Figueira, de 26 anos, sobrinho-neto do zagueiro Itália, que faleceu em 1963. Freqüentemente o jovem vascaíno ouve histórias dos mais antigos parentes do craque:

“Minha mãe sempre conta que o Itália dava doces, balas e uns trocados para os sobrinhos que decorassem a escalação do time. Era uma forma de aumentar mais ainda a identidade deles com o Vasco”, comenta Fabrício, que ainda guarda fotos do antigo xerife do Vasco.

Ficha Técnica – Vasco 7x0 Flamengo

Campeonato Carioca de 1931 (1º Turno)
Local: São Januário
Juiz: Leandro Carnaval
Expulsões: Fausto e Penha aos 37 minutos do 1º tempo
Obs: Naquela época os jogadores expulsos eram substituídos.
Vasco: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto (Nesi) e Mola; Baiano, Oitenta e Quatro, Russinho, Mário Mattos e Sant´Anna
Flamengo: Floriano, Léo e Hélcio; Flávio, Penha (Fonseca) e Darci; Adelino, Viventino, Elói (Nélson), Álvaro e Cássio
Gols: No 1º tempo: Russinho aos 5 e 30, Mário Mattos aos 27 e 34 minutos; No 2º tempo: Santana aos 4 e Russinho aos 14 e 20 minutos.

Um combinado Fla/Flu em 1944

Em 1944 as equipes do Fluminense e Flamengo formaram um combindo e disputaram algumas partidas amistosas. Infelizmente nos dias de hoje, é totalmente impossível a formação de combinados de equipes rivais para a disputa de partidas amistosas. Abaixo as fichas destas partida:

FLAMENGO / FLUMINENSE(DF) 2-2 CORINTHIANS(SP)
Data: 24 de março de 1944
Local: Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro
Renda: Cr$ 55.244,50
Juiz: Silvio Stucchi
Gols: Perácio (2), Valter e Servílio
Flamengo/Fluminense: Jurandir; Norival e Renganeschi; Bigode, Rui e Afonso; Adilson, Zizinho, Pirilo, Perácio e Vevé.
Corinthians: Bino; Domingos e Begliomini; General, Brandão e Dino; Agostinho, Servílio, Milani, nandinho e Valter.

FLAMENGO / FLUMINENSE(DF) 0-3 SÃO PAULO(SP)
Data: 24 de abril de 1944
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo
Renda: Cr$ 104.277,00
Juiz: Mário Viana
Gols: Sastre, Luizinho e Antoninho
Flamengo/Fluminense: Jurandir; Norival e Renganeschi; Biguá, Bria e Jaime; Adilson, Bigode, Pirilo, Tim e Vevé.
São Paulo: Gijo; Agostinho e Florindo; Armando, Rui e Noronha; Luizinho, Teixeirinha, Antonio, Ieso e Parda

Fonte: http://blog.cacellain.com.br

sábado, 14 de março de 2009

Sylvio Pirilo

Crédito: www.museudosesportes.com.br
Sylvio Pirilo é gaúcho de Porto Alegre e nasceu no dia 26 de julho de 1916. Começou no Americano do Rio Grande do Sul em 1936. Depois passou o Internacional em 1937. Penarol do Uruguai em 1938. Flamengo de 1939 a 1947 e Botafogo em 1948. Somente foi campeão carioca pelo Flamengo no tri campeonato de 1942.1943.1944 e campeão pelo Botafogo em 1948. Foi campeão brasileiro de seleções pelos cariocas. Pirilo faleceu no dia 22 de abril de 1991 em porto Alegre.

Centroavante rápido, de drible cortante e excelente visão de jogo. Juntava a tudo isso, uma coragem que poucos atacantes brasileiros apresentaram, antes e depois dele.
Começou sua carreira no extinto Americano do Rio Grande do Sul, passando depois ao internacional. Fez sucesso e logo foi contratado pelo Peñarol, numa época em que o futebol uruguaio costumava levar vários dos nossos principais jogadores. Do Peñarol, retornou ao Brasil para defender o Flamengo, onde foi um dos maiores artilheiros da história do clube com 201 gols. O gaúcho o só fez menos gols com a camisa do Flamengo do que Zico (568), Dida (244) e Romário (204). Pirilo estreou logo na decisão de 1941 contra o Fluminense, substituindo o craque Leônidas da Silva, que se transferira para o São Paulo.
Apesar dos seus dois gols na partida, o famoso Fla x Flu da Lagoa na decisão do Carioca de 1941, o Fluminense foi campeão com o empate de 2x2.

Jogando de centroavante, foi um jogador fundamental na conquista do primeiro tri-campeonato do clube (1942/43/44). Pirilo ainda hoje é o recordista de gols num campeonato carioca com a incrível marca de 29 gols. Depois do Flamengo, defendeu o Botafogo, com o qual foi campeão carioca de 1948, vencendo o Vasco numa final histórica e cercada de lendas, das quais João Saldanha é uma das figuras principais.

Encerrou sua carreira no Botafogo e logo depois tornou-se treinador de grande sucesso. Coube-lhe a primazia de ter sido o primeiro a convocar Pelé para a Seleção, em 1957, para a disputa da Copa Roca contra os argentinos no maracanã.

Fez cinco partidas com a camisa da Seleção Brasileira, marcando seis gols.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Flamengo em Maceió


Em pé: Marinho, Luiz Pereira, Raul, Leandro, Andrade e Carlos Alberto.
Agachados: Fumanchú, Adilio, Nunes, Peu e Carlos Henrique.

Crédito: http://www.museudosesportes.com.br
Um grande publico foi ao Trapichão no dia 15 de fevereiro de 1981 para assistir Flamengo e CRB pelo campeonato brasileiro. A novidade era a presença do alagoano Peu no lugar de Zico. Foi um jogo equilibrado, mas que terminou prevalecendo a melhor categoria do clube rubro negro. Logo no primeiro minuto de jogo, Nunes abriu a contagem aproveitando uma jogada boa jogada de Peu. Mas, aos 11 minutos, Joãozinho Paulista empatou quando a partida já estava equilibrada. Somente aos 37 minutos é que o Flamengo fez 2x1 através de um golaço do alagoano Peu. Ele pegou a bola na intermediária driblou Paulo Roberto, passou pelo Deco e quando o goleiro Cesar saiu ao seu encontro, Peu o encobriu com muita categoria.

Apesar de estar jogando bem, o CRB tinha dois problemas em sua zaga. Paulo Roberto atuava abaixo do seu rendimento normal e Itamar acompanhava Nunes por todo o campo deixando uma avenida pelo meio da área alvi rubra. No intervalo, o treinador Pompéia acertou sua defesa e o jogo continuou igual. Logo no começou do segundo tempo Paulinho empatou o jogo. Depois aconteceram lances de perigo para os dois goleiros. Raul fez duas grandes defesas e Luiz Pereira salvou um gol quando o goleiro já estava vencido. Cesar também foi muito bem e fez algumas defesas milagrosas. Entretanto não impediu que Nunes marcasse aos 37 minutos o gol da vitória do Flamengo.

Jogo realizado no estádio do Trapichão (Rei Pelé) em Maceió.

FLAMENGO 3 x CRB 2
Gols de Nunes 2 e Peu (Flamengo). Joãozinho Paulista e Paulinho (CRB)
Juiz: Manoel Amaro de Lima (Pernambuco)
Renda: R$ 3.297.500,00
Publico: 28.172 torcedores pagantes
Flamengo: Raul Leandro, Luiz Pereira, Marinho e Carlos Alberto, Andrade, Adilio e Peu. Fumanchú., Nunes e Carlos Henrique (Lico)
CRB: Cesar. Paulinho. Itamar. Paulo Roberto (Paulinho Carimbó) e Carlinhos. Deco. Norinho e Mundinho. Americo. Joãozinho Paulista e Israel.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Carlinhos


Carlinhos (ex-volante do Flamengo)


Jogador de estilo refinado no meio de campo, Carlinhos, o Luís Carlos Nunes da Silva, hoje vive no Rio de Janeiro (RJ). Trabalhou por muitos anos no Flamengo, sua segunda casa, como ele mesmo sempre disse. Foi técnico vencedor no rubro-negro, comandando a equipe nas conquistas da Copa União de 1987 e do Brasileirão de 1992.

Nascido no dia 19 de novembro de 1937, Carlinhos começou a carreira de jogador nos infantis do Flamengo. Defendeu a equipe profissional por 15 anos, entre 1955 e 1970. Nesse período, Carlinhos ajudou o Fla a conquistar os títulos estaduais de 1963 e 1965 e do Torneio Rio-São Paulo de 1961. Alguns de seus companheiros de Flamengo foram Joubert, Dequinha, Jadir, Dida, Henrique Frade, entre outros.

Foi treinador do Flamengo em diversas oportunidades e sempre foi considerado um pé-quente no clube. Chegou a dirigir outras equipes, entre elas o Guarani, mas ficou marcado mesmo como o Carlinhos da Gávea.

Tranqüilidade

Carlinhos sempre foi um dos profissionais mais queridos na história do Flamengo. O jeito tranqüilo, pacato e amigo muitas vezes serviu para “apagar incêndios” na Gávea. Por muitas ele foi chamado para ser o treinador do rubro-negro. A primeira vez como uma espécie de técnico “tampão”. Na primeira passagem, em 1987, Carlinhos dirigiu a equipe por apenas seis partidas (duas vitórias e quatro empates).

No mesmo ano, ele foi novamente chamado. Conseguiu bons resultados e foi efetivado no cargo. Ficou como treinador do rubro-negro até 1988. Neste período, ele dirigiu a equipe em 55 partidas (29 vitórias, 15 empates e 11 derrotas) e conquistou o polêmico título da Copa União de 1987. Carlinhos comandava a equipe que tinha Zé Carlos; Jorginho, Leandro, Edinho e Leonardo; Andrade, Aílton e Zico; Renato Gaúcho, Bebeto e Zinho. Como era conhecer dos talentos que brotavam nas categorias de base do Fla, Carlinhos foi responsável direto pela efetivação de Leonardo, Zinho, Aílton, entre outros, na equipe principal.

Entre 1991 e 1993, Carlinhos voltou a comandar a equipe rubro-negro e mais uma vez teve sucesso. Foram 112 jogos (63 vitórias, 29 empates e 20 derrotas). O principal título conquistado nesse período foi o de Campeão Brasileiro de 1992. Carlinhos era o comandante da equipe fora das quatro linhas. Dentro delas, o líder era o meio-campista Júnior, já quase um “quartentão”. Em 1999, o “Violino” foi técnico da equipe em 65 jogos (36 vitórias, 12 empates e 17 derrotas). No ano seguinte, ele dirigiu a equipe em mais 38 confrontos (16 vitórias, nove empates e 13 derrotas).

por Rogério Micheletti

Fonte consultada para números: “Almanaque do Flamengo”, de Roberto Assaf e Clóvis Martins


Fonte:http://desenvolvimento.miltonneves.com.br/QFL/Conteudo.aspx?id=80155

domingo, 9 de novembro de 2008

Saída de Jair Rosa Pinto do Flamengo


Jogando contra o Arsenal, em São Januario, Jair era o craque do Flamengo e foi o craque do jogo. Meses depois, o mandaram embora, acusado de fazer corpo mole. A foto é do jogo com o Arsenal da Inglaterra.
Em pé: Biguá. Bria. Beto. Job. Garcia e Juvenal.
Agachados: Bodinho. Gringo. Durval. JAIR e Esquerdinha.

Jair da Rosa Pinto tinha 28 anos e num domingo de 1949 enfrentaria sua ex-equipe, que estava mais forte do que nunca, enquanto seu atual time vinha sendo formado por veteranos como Bria, Jaime, Gringo e Esquerdinha. Dava para comparar ? E ainda tinha queriam que ele dissesse que ia ganhar.

Quando lhe perguntaram ganhamos do Vasco ? - Jair levantou os olhos e viu a figura de Ary Barroso, popularíssimo narrador de rádio e rubro negro fanático.
Ganhamos Jair ? – Não sei, não – respondeu seu entusiasmo – Se Deus ajudar...

Abatido por causa de certas incompreensões de que se julgava vitima e pessimista por conhecer o poderio do Vasco, Jair estava desanimado principalmente com o técnico do Flamengo, Kanela, que viera do basquete e criara para o jogo uma tática complicada. Ele queria que Jair fizesse um tipo de marcação em Danilo que lhe exigiria uma intensa mobilidade no gramado. Jair não gostava disse, discutiu com Kanela e pediu para não ser escalado.No domingo, porém, voltou atrás e todas suas previsões começaram falhando. O Flamengo fez 2x0 e partiu para uma goleada sobre o imbatível Vasco da Gama. De repente, num ataque rápido, Jair ficou frente a frente com o goleiro Moacir Barbosa, considerado o melhor do Brasil. O que se passou naquele momento ninguém mais conseguiria reconstituir com exatidão. Presença de espírito de Barbosa, que fechou o ângulo ? Nervosismo de Jair ? O fato é que a bola foi para fora. E a partir daí ocorreram duas coisas espantosas: o Flamengo inteiro se encolheu, com Jair se escondendo para trás do grande circulo, e o Vasco iniciou uma fulminante reação, marcando um, dois, três, quatro, cinco gols. Final: Vasco 5x2.

Ary Barroso, transmitindo a partida, não pôde conter sua indignação pelo que via. Aquilo era uma vergonha, algo indigno das tradições rubro negras. Ao microfone, relembrou seu diálogo com Jair na concentração. – “Um covarde” – bradava o locutor, para quem o jogador, depois de sua resposta, de seu gol perdido e de sua omissão, não tinha condições de defender o Flamengo. E incitou a torcida, pelo ar, a queimar a camisa de Jair.

Até morrer, em 1964, Ary Barroso garantiu que a camisa fora queimada. E até enquanto estava vivo, embora detestava abordar o assunto, Jair afirmava o contrário. A camisa realmente queimada durante a revolta irada dos flamenguistas foi uma camisa qualquer, apanhadas ao acaso para simbolizar o inconformismo da massa.

Jair ficou inconformado e não poderia continuar no Flamengo nem no Rio de Janeiro. Uma semana depois, se transferiu para o Palmeiras e recomeçou tudo outra vez.

Fonte: www.museudosesportes.com.br








sábado, 1 de novembro de 2008

Brasileiro 2008

O Flamengo perdeu uma grande oportunidade de encostar ainda mais no topo da tabela do Campeonato Brasileiro. A equipe rubro-negra empatou com a Portuguesa em 2 a 2, neste sábado, no Maracanã, e segue na quinta colocação do Campeonato Brasileiro com 57 pontos.

O resultado foi um presente para o Palmeiras, para o São Paulo, para o Cruzeiro e para o Grêmio. Todas essas equipes entram em campo neste domingo e podem aumentar ainda mais a vantagem em relação ao clube da Gávea. Os gols rubro-negros foram marcados por Fabio
Luciano e Maxi, enquanto que Jonas e Athirson fizeram para a Lusa.
Na próxima rodada, o Flamengo faz o clássico carioca com o Botafogo, no domingo, em compromisso remarcado para o Maracanã pela CBF. Porém, a partida ainda pode voltar a ser disputada no Engenhão, estádio do Glorioso, pelo fato de a diretoria do clube alvinegro não aceitar a mudança do local de disputa. Já a Portuguesa, que segue em 14º lugar com 36 pontos, pega o São Paulo, no Canindé, no sábado.
Depois do gol de empate do Flamengo, houve um pequena confusão por causa de pegar a bola no fundo da rede e sendo expulsos Obina e Patrício.

FLAMENGO (RJ) 2 X 2 PORTUGUESA DE DESPORTOS (SP)
Data: 01/11/2008
Local: Estádio do Maracanã /Rio de Janeiro
Árbitro: Héber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Auxiliares: Aparecido Donizetti Santana (PR) e José Carlos Dias Passos (PR)
Cartões amarelos: Bruno Rodrigo e Preto (POR); Everton e Maxi (FLA)
Cartões vermelhos: Obina (FLA) e Patrício (POR)
Público: 44 mil torcedores
Renda: R$ 691.387 mil
Gols: Fabio Luciano 05/1º ; Jonas 09, Athirson 15, Maxi 38/2º
FLAMENGO: Bruno, Jaíton (Maxi), Fábio Luciano e Ronaldo Angelim; Léo Moura, Toró, Kleberson (Fierro), Ibson e Juan; Marcelinho Paraíba (Everton) e Obina / Técnico: Caio Júnior
PORTUGUESA: Gottardi, Bruno Rodrigo, Ediglê (Hallison) e Érick; Patrício, Gavillan, Rai, Preto (Dias) e Athirson, Jonas (Heverton) e Edno / Técnico: Estevam Soares

Fonte: www.uol.com.br

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O Memorável Fla x Flu da Lagoa

Por Victor Kingma

Um dos jogos mais emocionantes e dramáticos da história do futebol brasileiro foi o Fla x Flu que decidiu o campeonato carioca de 1941.
Eternizado como “O Fla x Flu da lagoa”, o jogo aconteceu no dia 23 de novembro de 1941. O Fluminense, que precisava apenas do empate para se sagrar campeão daquele ano, começou melhor e logo fez 2 x 0, com gols assinalados por Pedro Amorim e Russo.
Incentivado pela sua fanática torcida, que lotou o estádio da Gávea naquela tarde, o Flamengo partiu para a reação, e, ainda no primeiro tempo, diminuiu para 2 x 1, através de Pirilo.
Entretanto, as maiores emoções estavam ainda por vir, na etapa final da partida. Após várias chances desperdiçadas pelos dois times, o Flamengo finalmente empatou a partida, aos 39 minutos, em novo gol de Pirilo. E o jogo se tornou dramático.
O Flamengo, como um rolo compressor, partiu todo para o ataque, e os jogadores do Fluminense, então, passaram a usar um artifício: chutar a bola na lagoa Rodrigo de Freitas, que fica ao lado do campo.
A cada nova bola colocada em jogo, chutavam de volta na lagoa. Renganeshi, defensor tricolor, era quem atirava a bola mais longe. Desesperados, os dirigentes rubro-negros mandaram todos os seus remadores presentes para dentro da água, para apressar o retorno das bolas.
Naquela época, quem controlava o tempo do jogo era o cronometrista. A cada vez que a bola saia de campo, este tinha que parar o relógio, sempre com representantes dos dois clubes ao lado, pressionando.
E os 6 minutos restantes se tornaram uma eternidade. O árbitro da partida, o folclórico Juca da Praia, (foto) além de ter que interromper e reiniciar a partida a todo instante, ainda tinha que ser enérgico quanto à disciplina, chegando a expulsar o atacante Carreiro que fazia de tudo para tumultuar a partida e fazer o tempo passar. Em um lance, chegou a rasgar toda a camisa, para cavar uma penalidade.
Finalmente, após quase quinze minutos de prorrogação e muita agonia de ambas as partes, o cronometrista acenou e Juca da Praia terminou a partida que entraria para a história como o Memorável Fla x Flu da Lagoa. O Fluminense se sagrou campeão e aumentou ainda mais a rivalidade entre estes dois grandes times que sempre protagonizam um dois mais famosos e empolgantes clássicos do futebol brasileiro.

Flamengo 2 x 2 Fluminense
Local – Estádio da Gávea
Data - 23/11/41
Árbitro – Juca da Praia
Público – 15.312 pagantes
Flamengo: Yustrich, Newton e Domingos da Guia.
Biguá, Volante e Jaime.
Sá, Zizinho, Pirilo, Ruben e Vevé.
Fluminense: Batatais, Norival e Renganeshi.
Og Moreira, Spinelli e Afonsinho.
Pedro Amorim, Russo, Romeu, Tim, e Carreiro.

Fonte: http://valdirappel.blogspot.com/

sábado, 11 de outubro de 2008

Campeonato Brasileiro 2008

Para Márcio Braga, o time tinha condições de ser campeão. Porém, a "festa" do hexa ficou mais complicada para o Flamengo. Isso porque, apesar da presença em massa da torcida rubro-negra, o time sucumbiu diante da maior aplicação do Atlético-MG, que venceu de forma categórica o time carioca por 3 a 0, neste sábado, no Maracanã, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Castillo, Renan Oliveira e Leandro Almeida decretaram o triunfo dos visitantes.

Mesmo com a boa vitória, o time mineiro segue na 12ª posição e foi aos 37 pontos. Já o Flamengo perdeu a oportunidade de regressar ao G-4 e continua na quinta colocação da competição nacional, com 46.

As duas equipes voltam a campo no dia 19 e terão clássicos estaduais pela frente. Enquanto o Galo pegará o Cruzeiro, às 16h, no Mineirão, o Flamengo enfrentará o desesperado Vasco, às 18h10, no Maracanã.

FLAMENGO (RJ) 0 X 3 ATLÉTICO MINEIRO (MG)
Data
: 11/10/2008
Local: Estádio do Maracanã / Rio de Janeiro (
Campeonato Brasileiro
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP)
Auxiliares: Ednilson Corona (Fifa-SP) e Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP)
Público: 77.387 pagantes
Renda: R$ 1.545.250,00
Cartões amarelos: Jailton e Sambueza (Flamengo); Pedro Paulo, Rafel Miranda e Marcos (Atlético-MG)
Gols: Castillo 30/º; Renan Oliveira 19, Leandro Almeida 29/2º
FLAMENGO: Bruno, Leonardo Moura, Dininho, Ronaldo Angelim e Sambueza; Jaílton, Ibson (Maxi), Toró e Kleberson (Erik Flores); Marcelinho Paraíba e Vandinho (Obina) / Técnico: Caio Júnior.
ATLÉTICO MINEIRO: Juninho, Sheslon, Marcos, Leandro Almeida e César Prates; Serginho, Márcio Araújo, Elton (Rafael Miranda) e Renan Oliveira (Petkovic); Pedro Paulo (Tchô) e Castillo / Técnico: Marcelo Oliveira

Fonte: www.uol.com.br

Flamengo goleia o Botafogo em 1959

Com uma tarde de pleno acerto dos seus favoritos, um festival ensolarado de futebol tipicamente rubro negro, corrido, veloz, ardente, vibrante, entusiasmante, redundando numa sensacional e merecida vitória por 6x2 sobre o líder Botafogo. A torcida do Flamengo encontrou, finalmente, ontem, a compensação dos tantos dissabores sofridos neste campeonato de 1959.

Era evidente que o quadro da Gávea estava crescendo nestas ultimas semanas e que somente uma sorte madrasta o privara de resultados mais brilhantes. E todos sentiam que no dia em que o azar deixasse de perseguir o time rubro negro, o adversário iria passar mal. Foi o que aconteceu, ontem, com o Botafogo que, jogando errado taticamente, sofreu uma goleada um tanto humilhante.

O Flamengo ganhou magnificamente, goleando com uma facilidade aparente o esquadrão botafoguense desarvorado. A retaguarda da Gávea teve uma atuação destacada frente a um quintento rico em artilheiros de qualidade. Mauro conseguiu defesas notáveis. Santana exibiu dinamismo e segurança. Jadir demonstrou firmeza e senso de antecipação nas jogadas. Jouber travou um duelo terrível com o vivo e brilhante Amarildo e saiu-se muito bem da difícil tarefa. Mas Jordan foi quase sempre vencido pelos dribles de Garrincha. Carlinhos vem se firmando a cada jogo. E toda a linha atacante está de parabéns pelo jogo coletivo exibido na melhor tradição rubro negra. Bábá mais uma vez brilhou pela movimentação constante e inteligente. Henrique reencontrou suas qualidades de artilheiro oportunista. E Dida voltou a ser o melhor Dida, com inspirações extraordinárias e uma atividade endiabrada. Moacir fez um trabalho de perfeita coordenação com os companheiros. Luis Carlos completou perfeitamente a linha, com o dinamismo habitual.

O Botafogo atuou dividido em duas partes bem distintas. O quintento bem na frente, numa metade do campo, e a linha de quatro zagueiros e o arqueiro, no outro, com o único Pampolini para fazer a ligação. O centro médio desdobrou-se, aliás, jogou uma grande partida. Mas todos os contra ataques do Flamengo lançaram a confusão na retaguarda alvi negra, que conseguiu agüentar mais ou menos nos primeiros 45 minutos, mas acabou sucumbindo, esmagada pela tarefa impossível de conter o ataque rubro negro.


FLAMENGO (RJ) 6 x 2 BOTAFOGO (RJ)
Data: 26/10/1959
Gols: Henrique (2), Bábá (2), Luis Carlos e Dida; Quarentinha e Paulinho
Juiz: Amilcar Ferreira
FLAMENGO: Mauro, Jouber e Santana, Jadir, Carlinhos e Jordan, Luis Carlos, Moacir, Henrique, Dida e Bábá.
BOTAFOGO: Ernani, Cácá e Floriano, Ronald, Pampolini e Nilton Santos, Garrincha, Tião Macalé, Paulinho, Quarentinha e Amarildo.
Obs: Foram expulsos Jouber do Flamengo e Quarentinha do Botafogo.


Fonte: www.museudosesportes.com.br

domingo, 28 de setembro de 2008

Campeonato Brasileiro 2008

Foi um verdadeiro teste para cardíaco no Maracanã. O Flamengo conseguiu uma vitória épica neste sábado, por 2 a 1, sobre o Sport, em partida válida pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com gols de Juan e Vandinho, este último aos 44 minutos do segundo tempo, a equipe do técnico Caio Júnior chegou aos 46 pontos e continua na quarta colocação da competição. Na continuação da rodada, neste domingo, apenas o São Paulo pode se igualar em número de pontos à equipe carioca, mas sem ameaça aos rubro-negros.

O próximo compromisso do Flamengo será contra o Náutico, no sábado, às 18h20, nos Estádio dos Aflitos, em Recife. Já o Sport, que continua em 10º lugar com 39 pontos, viu a sua série invicta de seis partidas consecutivas acabar. Na 28ª rodada, o Leão enfrenta o Cruzeiro, no Mineirão, na quinta-feira.

FLAMENGO(RJ) 2 X 1 SPORT(RJ)
Data: 27/09/2008
Local: Maracanã / Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares
: Eustáquio Santiago (MG) e Wenderson Mozzer (MG)
Cartões amarelos: Durval, Kássio, Andrade, Júnior Maranhão, Carlinhos Bala e Luciano Henrique (SPORT); Sambueza (FLA)
Público: 40.812 torcedores
Renda: R$ 677.363,00
Gols: Roger 09/1º ; Juan 36 e Vandinho 44/2º
FLAMENGO: Bruno, Jaílton, Fábio Luciano e Ronaldo Angelim; Léo Moura, Kleberson, Ibson (Vandinho), Everton (Sambueza) e Juan; Marcelinho Paraíba e Josiel (Obina) / Técnico: Caio Júnior
SPORT: Magrão, Igor, César e Durval; Carlinhos Bala, Júnior Maranhão, Andrade, Kássio (Fábio Gomes) e Dutra; Enílton (Luciano Henrique) e Roger (Fumagalli)
Técnico: Nelsinho Baptista

domingo, 14 de setembro de 2008

C.R. Flamengo

1959

Apelido: Flamengo
Nome Real: Clube de Regatas Flamengo
Fundação: 15/11/1895
Endereço: Avenida Borges de Medeiros 1111 / Lagoa
Rio de Janeiro / RJ
Telefone: (21) 5290-1000
Estádio: Maracanã (122.000)
Uniforme: Listras horizontais vermelhas e pretas, branco, listras vermelhas e pretas
Web Site: http://www.flamengo.com.br/

Principais Títulos

Mundial Interclubes: 1981
Taça Libertadores da América: 1981
Copa Mercosul: 1999
Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983, 1987, 1992
Copa do Brasil: 1990 2006
Torneio Rio-São Paulo: 1961
Campeonato Carioca:1914, 1915 (inv,) 1920 (inv), 1921, 1925, 1927,
1939 1942 1943 1944, 195,3 1954,
1955, 1963, 1965, 1972, 1974, 1978,
1979 (inv), 1979, 1981, 1986, 199,1 1996 (inv),
1999, 2000, 2001, 2004, 2007, 2008


FLAMENGO (RJ) 6 X 2 BOTAFOGO (RJ)
Data: 25/101959
Campeonato carioca
Juiz: Amilcar Ferreira
Gols: Henrique(2) Bábá(2) Luis Carlos, Dida; Quarentinha e Paulinho
FLAMENGO: Mauro, Jouber e Santana, Jadir, Carlinhos e Jordan, Luis Carlos, Moacir, Henrique, Dida e Bábá.
BOTAFOGO: Ernani, Cácá e Floriano, Ronald, Pampolini e Nilton Santos, Garrincha, Tião Macalé, Paulinho, Quarentinha e Amarildo.
Obs:Foram expulsos Jouber do Flamengo e Quarentinha do Botafogo.

FLAMENGO (RJ) 2 x 1 FLUMINENSE (RJ)
Data: 07/09 1972
Local: Estádio do Maracanã
Público: 136.829
Árbitro: Oscar Scolfaro
Gols: Doval e Caio; Jair
FLAMENGO: Renato, Moreira, Chiquinho Pastor, Reyes (Tinho) e Vanderlei Luxemburgo;
Liminha, Zé Mário e Paulo Cézar; Rogério (Vicentinho), Caio e Doval / Técnico: Zagallo.
FLUMINENSE: Félix, Oliveira (Toninho), Ari Ercílio, Assis e Marco Antônio; Denílson
(Ivair), Didi e Gérson; Cafuringa, Jair e Lula / Técnico: Pinheiro
Obs: Moreira foi expulso.

AMÉRICA (RJ) 1 X 1 FLAMENGO (RJ)
Data: 06/11/1960
Campeonato carioca
Local: Maracanã
Juiz: Armando Marques
Gols: Calazans (AME) e Henrique (FLA)
AMÉRICA: Pompéia, Jorge, Djalma Dias, Wilson Santos, Ivan, Amaro, João Carlos, Calazans, Quarentinha, Antoninho, Nilo / Técnico: Jorge Vieira
FLAMENGO: Ari, Bolero, Monim, Jadir, Vanderlei, Carlinhos, Moacir, Othon, Henrique, Luis Carlos, Germano

CORONEL BOLOGNESI (PER) 0 X 0 FLAMENGO (RJ)
Data:
13/02/2008
Copa Libertadores da América / 1ª Fase / Grupo 4 / 1ª Rodada
Local: Estádio Jorge Basandre “Modelo” / Tacna (Peru)
Árbitro: Maurício Reinoso (EQU)
Assistentes: Alfredo Intriagio e Juan Cedeño (ambos do Equador)
Cartões amarelos: Juan, Tardelli, Ibson(F); Revoredo(CB)
CORONEL BOLOGNESI: Penny; Revoredo, Terry, Ostersen e Balbin; Alvarez, Linares, Uribe e Ramirez (Novoas); Ross (Chavez) e Vigil (Mostto) / Técnico: Juan Reynoso
FLAMENGO: Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Jaílton, Jônatas, Ibson e Toró (Kléberson); Diego Tardelli (Obina) e Souza (Marcinho) / Técnico: Joel Santana

GRÊMIO (RS) 0 x 0 FLAMENGO (RJ)
Campeonato Brasileiro
Local:Estádio Olímpico / Porto Alegre
Data: 18/05/2008
Árbitro: Wilson Luís Seneme (Fifa-SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Giovani César Canzian (SP)
Público: 38.564 pagantes
Cartões amarelos: Fábio Luciano, Bruno (FLA); Léo, Réver, Hélder (GRE)
GRÊMIO: Vítor, Léo, Pereira e Réver; Paulo Sérgio, Eduardo Costa, Rafael Carioca, Roger (Rodrigo Mendes, 30′/2º) e Hélder; Soares (Jonas, 30′/2º) e Perea (Makelelê, 37′/2ºT) /Técnico: Celso Roth.
FLAMENGO: Bruno, Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Jaílton, Toró, Kleberson (Renato Augusto, 8′/2º) e Ibson; Diego Tardelli (Cristian, 22′/2º) e Marcinho (Maxi, 41′/2º). Técnico: Caio Júnior.