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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Ramon

Natural de Sirinhaém, a 76 Km do Recife, e de origem humilde, Ramon da Silva Ramos decidiu deixar a família e equipe em que atuava - Usina Trapiche - para tentar a sorte na capital. Em 67 ele chega aos juvenis do Santa com a esperança de uma vida melhor. Dois anos depois, Ramon, então com 19, é relacionado para os últimos jogos do campeonato pernambucano, garantindo-se, assim, no grupo campeão de 1969.

A trajetória de Ramon no Mais Querido começa pra valer em 1970, ano do bicampeonato. A base do time de 69, com Fernando Santana comandando o ataque, fora mantida, e Ramon foi ganhando espaço aos poucos, ora entrando no lugar de Santana, ora no de Uriel. Marcou seis gols no campeonato, sendo um deles na decisão, no Arruda, na vitória por 2x0 sobre o Náutico - Cuíca fez o outro. Ainda em 70, o Santa representou Pernambuco no "Robertão", competição que antecedeu o Brasileirão, mas fez uma campanha discreta, terminando na 12ª colocação, entre as 17 equipes.

No tricampeonato, em 71, Ramon já era considerado um dos ídolos do time. Dirigido por Duque, o Santa venceu os três turnos. Na "extra" do terceiro turno, na Ilha do Retiro, o Tricolor venceu seu arqui-inimigo por 1x0 com um gol de Cuíca aos 14 minutos do 2° tempo da prorrogação. A caminhada para o Penta seguia a passos largos e o ano de 72 é lembrado pela dupla alegria ao clube do Arruda. Primeiro, a conquista do Tetra, mais uma vez ganho com facilidade, com rodadas de antecipação num jogo contra o Central. O artilheiro do campeonato e do Santa Cruz foi Fernando Santana, com 15 gols, seguido por Ramon, com 13. Um mês depois da maior conquista do clube até então, era inaugurado o Colosso do Arruda, numa festa sem precedentes em um amistoso com o Flamengo.

Mas o grande ano do Santa Cruz e de Ramon viria a ser o de 1973. Os meninos de Gradim, formados por pratas-da-casa como Fernando Santana, Givanildo, Ramon, Zé Maria, Luciano e muitos outros, foram mantidos. O time montado por Gradim, estava, agora, sob tutela de Paulo Emílio e também já passara pelas mãos de Evaristo Macedo e Duque. Ramon foi decisivo na conquista do Penta, marcando os dois gols do título na partida extra contra o Sport, na Ilha. 36.459 pessoas compareceram ao estádio, público recorde da época, para ver o centroavante alegrar a massa coral aos 7 minutos do 1° tempo e 36 do 2°. "Pode me botar pra fora do emprego. Não me importo. O Santa é Penta e é isso que vale", dizia um torcedor vagando pelo Arruda, às 10h da manhã do dia seguinte. Ramon marcou 21 gols no estadual, atrás apenas na artilharia para, o não menos importante no título, Luciano, que fez 25 gols. Ao todo, de 70 a 73, Ramon participou de 84 jogos em pernambucanos e deixou sua marca 46 vezes.

O reconhecimento nacional viria acontecer durante o Brasileirão, disputado no segundo semestre. Ele se tornou o primeiro jogador de um clube nordestino a terminar o Campeonato Brasileiro como artilheiro. "Palmeiras é o bicampeão brasileiro e Ramon é o artilheiro", anunciavam as rádios recifenses. Dessa forma, veio a confirmação da artilharia, pois seus principais concorrrentes - Leivinha, do Palmeiras, e Mirandinha, do São Paulo - disputaram a fase final do campeonato. Foguetórios em alguns subúrbios ecoaram pela capital pernambucana. Foram 21 gols - marca inédita -, do total de 39 que o Santa fez no nacional. A campanha do clube em si não chegou a chamar à atenção - 16° entre os 40 clubes -, pois a defesa falhava demais, mas Ramon, considerado uma das maiores revelações, ficou cotado para a disputa da Copa-74, na Alemanha. A expectativa aumentou quando ele foi relacionado entre os 40 convocados por Zagallo, fazendo parte de uma espécie "lista de espera". Infelizmente, no início de 74, numa partida diante do Santo Amaro, o centroavante Tricolor forçou o músculo e sentiu-se mal, sendo substituído e amargando um longo tempo afastado.
Ao fim de 73, além da faixa de pentacampeão no peito e da artilharia do Brasileirão garantida, Ramon ainda terminou na segunda colocação na bola de prata, com média de 7.3, atrás apenas de Mirandinha, do São Paulo, que teve média de 7.4. Pouco tempo depois começava o Brasileirão-74, antes do estadual, e com o pensamento na conquista do hexa, o Santa fez péssima campanha no Nacional - 35° entre os 40 clubes.

No Pernambucano, a disputa seguia acirrada, mas um vacilo na reta final do segundo turno contra o Ferroviário, permitiu que o Náutico fosse para a final com o Santa. Nela, os alvirrubros, ávidos para impedir o hexa coral, levaram a melhor.

O ano de 75 marcou o fim da passagem do atacante pelo Mais Querido. E foi um fechamento com a chamada "chave-de-ouro". Afinal, o Santa fez sua melhor campanha em Brasileirões, terminando na quarta colocação. Ramon balançou as redes 8 vezes, mas dois desses gols foram especiais. Maracanã lotado, Flamengo x Santa Cruz, um deles iria para a semifinal. A imprensa "nacional" simplesmente desconsiderava a chance de vitória do Santa e a conseqüente classificação entre os quatro melhores do Brasil. Eis que, Ramon apronta duas vezes, Wolney uma, Zico desconta, e o Santa estabele o placar de 3x1, calando o Maracanã e o Brasil.

Após mais uma destacada temporada, não foi possível segurar o terceiro maior artilheiro do clube com 148 gols. Ramon foi vendido, numa negociação milionária, ao Internacional, onde não se encaixou bem. Voltou a Pernambuco, para o Sport, não teve grande destaque, e foi negociado com o Vasco. Ao lado de Roberto Dinamite fez sucesso e, após deixar o clube carioca, rodou um pouco - inclusive pelo Santa, em 83 -, vindo encerrar a carreira em 85, no Brasília.

Ficha do Ídolo
Ramon da Silva Ramos
Data de Nascimento: 12/03/1950 / Sirinhaém (PE)
Posição: Centroavante

Clubes
Santa Cruz: 1967-75 e 1983
Internacional: 1976
Sport Recife: 1976)
Vasco da Gama: 1977-79
Goiás: 1979-81
Ceará: 1981-82
São José-SP: 1983
Ferroviário-CE: 1984
Brasília: 1985

Títulos
Pentacampeão Pernambucano:1969,1970,1971,1972,1973
Campeão Carioca: 1977
Campeão Cearense: 1981

Marcas
Artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1973, com 21 gols
Pelo Santa Cruz foram 377 jogos e 148 gols.

Características: Versátil - adequava-se a diferentes posições na frente -, habilidoso, oportunista, móbil e tinha boa arrancada.

Fonte: www.idolosdosanta.blogspot.com

sábado, 9 de maio de 2009

Célio


Célio Taveira Filho nasceu em Santos (SP), no dia 16 de outubro de 1940. Célio jogou no Jabaquara de Santos, no Vasco da Gama, onde fez grande sucesso com seus gols, no Nacional de Montevidéu, do Uruguai, na Portuguesa Santista, na Ponte Preta e também no Sport Clube Corinthians Paulista.


Enquanto servia o exercito em Santos, no ano de 1959, Celio formou dupla de ataque na equipe militar com nada mais nada menos que Pele'. Dai', comecou sua carreira como profissional no Jabaquara. Do clube santista foi para o Vasco da Gama, onde se sagrou campeao da 1ª. Taça Guanabara em 1965 e do Torneio Rio-Sao Paulo em 1966. Em 1965 foi convocado para a seleção brasileira, como reserva, e chegou a entrar no decorrer de algumas partidas amistosas, reeditando a dupla com Pele' dos tempos de exercito. A identificacao do idolo com o clube contava com profundas raizes familiares: Seu avo, Antonio Taveira de Magalhaes, foi remador bicampeao pelo Vasco em 1905 (historica primeira conquista pelo Vasco do campeonato de remo do Rio de Janeiro) e 1906, e ja' veterano, novamente campeao carioca em 1914.
Célio formou uma bela dupla de ataque com Saulzinho em seus primeiros três anos na Colina, mas seu último ano não foi tão bom e acabou deixando o time, transferindo-se para o Nacional de Montevidéu, onde também se tornou ídolo e artilheiro. Em seus quatro anos de clube, Célio foi o artilheiro vascaíno do ano em todos eles.

Artilheiro vascaino mais popular e benquisto na década de 60, Celio era perigoso e oportunista na area e chutava muito bem, inclusive nas cobrancas de falta. Porem, nos seus ultimos meses de Vasco, atravessava má fase e sofreu com a impaciencia da torcida, terminando por ser negociado para o Nacional de Montevideu, onde tornou-se artilheiro e idolo.

Célio Taveira Filho
atacante, 16/10/1940, São Paulo-SP

Pelo Vasco da Gama
1963 - 25 gols
1964 - 29 gols
1965 - 32 gols
1966 - 14 gols
Total - 100 gols

Títulos
Taça Guanabara: 1965
Torneio Rio - São Paulo: 1966

Clubes na carreira
1961-1962: Jabaquara-SP
1963-1967: Vasco da Gama-RJ
Nacional Montevideo - Uruguai
Portuguesa Santista-SP
Ponte Preta-SP
Corinthians-SP

Fontes
http://www.netvasco.com.br/mauroprais/vasco/idolos3.html
http://desenvolvimento.miltonneves.com.br/QFL/Conteudo.aspx?ID=61642
http://br.sambafoot.com/jogadores/1357_Celio.html

Tostão no Vasco

Crédito: www.museudosesportes.com.br
Tostão já estava rico. Seus contratos lhe deram um patrimônio invejável, quase todo construído em Belo Horizonte: posto de gasolina, loja de artigos esportivos, um prédio de apartamentos, casa de campo, terrenos, dois carros e o apartamento onde morava. Mas, o dinheiro não era tudo, com provou em 1972.

Tostão estava na Austrália com o Cruzeiro, quando recebeu a noticia de que o clube estrelado tinha contratado o técnico Yustrick para o lugar de Fantoni. Ele já estava tratando da renovação de seu contrato, mas sua disposição era sair do Cruzeiro. Já em Teerã, ele decidiu que aquela seria sua última partida pelo clube mineiro. Tostão gostava muito do treinador Orlando Fantoni e achava uma injustiça o que estavam fazendo. Não tinha nada contra o homem Yustrick, mas não concordava com seus métodos como técnico.

Quando voltou ao Brasil teve um atrito com o presidente Felício Brandi porque foi direto ao assunto – “Quero sair do Cruzeiro”. Sem entrar em acordo, o clube mineiro colocou seu passar a venda por 14 milhões. A CBF entrou na história e disse que ganhando 35 mil cruzeiros, seu passe valeria 5 milhões. Muitos clubes passaram a se interessar pelo Tostão. Pelo valor estipulado, os paulistas foram os primeiros a desistir. Dos cariocas, Botafogo e Flamengo também caíram fora. O Fluminense ofereceu 3 milhões como última proposta. O Vasco conseguiu alguns parceiros como Afonso Pinto Magalhães, dono do Banco Pinto Magalhães. O comerciante Artur Sendas, dono de uma grande rede de lojas e o ex presidente João Silva. Trabalhando com suas influências, conseguiram 3 milhões e 500 mil, um recorde para a época, e levaram Tostão para São Januário.

No dia 15 de abril de 1972, o craque que participou do tri campeonato mundial no México, chegava ao Aeroporto do Galeão e encontrava mais de dez mil torcedores que fizeram uma grande festa para receber seu novo jogador. A estréia de Tostão com a camisa do Vasco aconteceu no dia 7 de maio contra o Flamengo pelo campeonato carioca.

Sua passagem pelo futebol carioca não foi muito feliz. Jogou 45 partidas e marcou apenas 6 gols. Valeu pelo que ele mudou em São Januário. Uniu os jogadores, criou um conselho entre eles e mostrou aos companheiros o que é ter consciência profissional. Para os dirigentes, Tostão somente deu prejuízo ao Vasco. No dia 27 de fevereiro de 1973, ele disputou sua última partida pelo clube cruzmaltino jogando contra os Argentinos Juniors. Logo depois viajou para Houston afim de fazer novos exames no olho esquerdo com dr. Roberto Abdalla Moura. E a conselho médico, deixou o futebol. Se continuasse jogando poderia perder a vista. Assim, no dia 17 de maio de 1974 seu contrato foi cancelado pelo Vasco e começou a batalha judicial que os vascainos moveram, em processo de indenização, contra o jogador, que queria receber o que restava de suas luvas.

Durante muito tempo, o processo se arrastou pela Justiça. Por fim, Tostão ganhou seu último jogo e o Vasco teve que cumprir o seu compromisso. Aí, Tostão já estava longe do futebol e estudando. Em 1975 realizou seu novo sonho; passou no vestibular de medicina da UFMG. Foi um aplicado aluno que entende muito de futebol. Passou a ser um homem em busca de uma nova vida.

Eduardo Gonçalves de Andrade é mineiro de Belo Horizonte e nasceu no dia 25 de janeiro de 1947. Foi campeão mineiro pelo Cruzeiro nos anos de 1965.66.67.68.69 e 1972. Também foi campeão da Taça Brasil em l966 e campeão mundial em 1970 pela seleção brasileira. Além do Cruzeiro também jogou pelo America Mineiro e Vasco da Gama.

Fonte: www.museudosesportes.com.br

terça-feira, 17 de março de 2009

Vasco da Gama 7 x 0 Flamengo

No dia 26 de Abril de 1926 o time cruzmaltino venceu o arqui-rival por 7x0 em jogo realizado no Estádio de São Januário, válido pelo 1º turno do Campeonato Carioca de 1931. Os gols foram marcados por Russinho (4), Mário Mattos (2) e Sant'Anna.
As derrotas do Flamengo para o Vasco estavam se tornando constantes, a ponto da imprensa carioca tradicionalmente rubro-negra tentar ignorar aquele massacre nos jornais do dia seguinte. No período de 1928 a 31, o time cruzmaltino venceu todos os 8 jogos oficiais contra os flamenguistas.

Este foi um dos primeiros grandes times da história do Vasco. Quatro atletas (Brilhante, Itália, Fausto e Russinho) foram convocados para a Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1930 no Uruguai, além de Tinoco para a edição de 1934 na Itália. O meio-campo Fausto chegou a receber o apelido de “La Maravilha Negra” pela imprensa uruguaia por causa das suas grandes atuações em campo.

O ponta-esquerda Sant'Anna foi o primeiro jogador a fazer um gol olímpico no país. Isto aconteceu em 1928, na inauguração dos refletores de São Januário, quando o Vasco venceu o Wanderers do Uruguai por 1x0.

Se na esquerda tinha Sant´Anna, pela direita vinha Paschoal, apelidado de “Trem de Luxo” pela sua extrema velocidade. Ele atravessou todo o período que o Vasco venceu o racismo no futebol carioca, conquistando os primeiros títulos do clube, desde o Carioca da 2ª divisão em 1922. Foi titular absoluto do Vasco e das seleções carioca e brasileira, apesar de não ter participado daquela goleada de 7x0 sobre o Flamengo.

Paschoal pertencia, com orgulho, a uma geração que amava o clube. Pelo resto de sua vida, trabalhou com o mesmo amor pelas sagradas cores do Vasco, razão maior da sua vida. Com mais de 80 anos, continuava integrado ao Vasco, ensinando garotos que sonhavam um dia representar a cruz-de-malta tal como ele.

Não se pode esquecer também de Sebastião Paiva Gomes, o Mola, Campeão Carioca em 1929 e 1934. Ele era o cão de guarda do time e os atacantes da época tinham pavor de enfrentá-lo. Em 1934, Mola foi convocado para a Seleção que disputaria a Copa do Mundo, mas, ao contrário dos seus companheiros vascaínos Tinoco e Leônidas da Silva, preferiu continuar como profissional no Vasco, uma vez que a CBD só levaria "amadores" para a Itália.

Outro ídolo da lendária equipe foi Russinho, autor de quatro gols na goleada histórica sobre o Flamengo. Ele também se sagrou artilheiro dos Cariocas de 1929 e 1931. Em 1930 Russinho atingiu grande popularidade e foi eleito o melhor jogador do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, num concurso promovido por uma marca de cigarros.

Para comandar este leque de craques, o Vasco tinha Harry Welfare como técnico. Vindo do Liverpool, o gringo do país que inventou o futebol chegou ao Brasil em 1912 contratado pelo Colégio Anglo-Brasileiro para ensinar a língua inglesa. Como jogava muito bem futebol, ingressou no Fluminense e fez história nos campos cariocas. Foi o técnico vascaíno de 1927 a 37, voltando ao cargo na temporada de 1940.

Recitando a escalação do Vasco
A base dessa vitoriosa equipe vascaína de 1931 ainda era a mesma campeã carioca em 1929. O timaço se consagrou ao bater o América por 5x0 na final, após dois empates na série melhor-de-três. No ano seguinte (1930) a grande vítima foi o Fluminense, que também sofreu a maior goleada da história do clássico: 6x0 em São Januário.

Porém, o que realmente mais impressionava no Vasco de 1929 era a criatividade dos torcedores em recitar a escalação de seus ídolos. Frases como estas eram postas com orgulho nos botequins do Rio de Janeiro:

“JAGUARÉ foi na ITÁLIA comprar BRILHANTE. Assistiu com TINOCO a ópera FAUSTO, sentado numa cadeira de MOLA. Na volta, PASCHOAL encontrou OITENTA E QUATRO RUSSINHOS junto com MÁRIO MATOS na Igreja de SANTANA”.

Ou:
“JAGUARÉ fez uma BRILHANTE defesa na ITÁLIA. TINOCO foi visitar FAUSTO numa cadeira de MOLA, PASCHOAL comeu OITENTA E QUATRO empadas com RUSSINHO e MARIO MATTOS no campo de SANTANA”.

Quem comprova isso é o sócio Fabrício Figueira, de 26 anos, sobrinho-neto do zagueiro Itália, que faleceu em 1963. Freqüentemente o jovem vascaíno ouve histórias dos mais antigos parentes do craque:

“Minha mãe sempre conta que o Itália dava doces, balas e uns trocados para os sobrinhos que decorassem a escalação do time. Era uma forma de aumentar mais ainda a identidade deles com o Vasco”, comenta Fabrício, que ainda guarda fotos do antigo xerife do Vasco.

Ficha Técnica – Vasco 7x0 Flamengo

Campeonato Carioca de 1931 (1º Turno)
Local: São Januário
Juiz: Leandro Carnaval
Expulsões: Fausto e Penha aos 37 minutos do 1º tempo
Obs: Naquela época os jogadores expulsos eram substituídos.
Vasco: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto (Nesi) e Mola; Baiano, Oitenta e Quatro, Russinho, Mário Mattos e Sant´Anna
Flamengo: Floriano, Léo e Hélcio; Flávio, Penha (Fonseca) e Darci; Adelino, Viventino, Elói (Nélson), Álvaro e Cássio
Gols: No 1º tempo: Russinho aos 5 e 30, Mário Mattos aos 27 e 34 minutos; No 2º tempo: Santana aos 4 e Russinho aos 14 e 20 minutos.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

C.R. Vasco da Gama

VASCO DA GAMA (RJ) 4 X 0 NACIONAL (AM)
Data : 07/02/1982
Campeonato Brasileiro
Local : Estádio De São Januário / Rio De Janeiro
Arbitro: Newton Martins
Público: 18.099
Gols: Roberto Dinamite 13, 33, Dudu 43/1º e Cláudio Adão 44/2º
VASCO DA GAMA: Mazarópi, Galvão, Rondinelli, Ivan, Pedrinho, Dudu, Serginho, Marquinho, Wilsinho (Da Costa), Roberto Dinamite e Cláudio Adão / Técnico : Antônio Lopes
NACIONAL:
Beto, Jair, Ademir, Paulo Galvão, Eli, Marinho Macapá, Fernandinho, Pedrinho (Armando), Sabará, Campos e Reis (Terano) / Técnico : Paulo Mendes

VASCO DA GAMA (RJ) 6 X 0 MOTO CLUBE (MA)
Data: 16/03/2005
Copa do Brasil. 2ª Fase / 2º Jogo
Local: São Januário. Rio de Janeiro (RJ)
Público: 1.561
Árbitro: Romildo Correia.
Gols: Alex Dias 22, Marco Brito 42/1º, Diego 02, Claudemir 20, Romário 22 e Claudemir 46/2º
VASCO DA GAMA: Cássio, Claudemir, Fabiano (Adriano), Daniel, Diego, Coutinho, Gomes (Dominguez), Rafael (Róbson Luiz), Marco Brito, Romário e Alex Dias / Técnico : Joel Santana
MOTO CLUBE:
Júnior, William, Jean Marcelo, Diego, Alex (Paulinho), Cacá, Humberto, Marciano, Paulo César (Juninho), Robson e Samú / Técnico : Marcos Magalhães.

VASCO DA GAMA (RJ) 1 X 5 FIGUEIRENSE (SC)
Data: 16/11/2005
Campeonato Brasileiro
Local: Orlando Scarpelli / Florianópolis
Público: 15.077
Árbitro: Wallace Nascimento Valente.
Gols: Adriano 14,Róbson Luiz 33/1º, Edmundo 08, 11, 14, Bruno 46/2º
VASCO DA GAMA: Roberto, Wágner Diniz, Fábio Braz, Luciano, Diego, Ives (Têti), Ygor, Abedi, Róbson Luiz (Rubens), Morais e Romário / Técnico : Renato Gaúcho
FIGUEIRENSE : Édson Bastos, Paulo Sérgio, Vinícius, Cléber, Michel Bastos, Marquinhos Paraná, Carlos Alberto (Moreira), Bilu (Fernandes), Edmundo, Alessandro e Adriano (Bruno) / Técnico : Adílson Batista.

VASCO DA GAMA 4 X 0 PAYSANDU (PA)
Data : 20/11/2005
Campeonato Brasileiro
Local : São Januário / Rio de Janeiro
Público : 20.000
Árbitro : Elvécio Zequetto.
Gols: : Diego 02, Morais 04, Romário 07 e Romário 42/2º
VASCO DA GAMA: Roberto, Wagner Diniz, Fábio Braz, Luciano, Diego, Ives (Rubens), Amaral, Abedi, Morais (Fernandinho), Róbson Luiz (Marco Brito) e Romário / Técnico : Renato Gaúcho
PAYSANDU: Alexandre Fávaro, Jamur, Felipe Saad, Váldson, Leandro Eugênio, Vânderson, Marabá, Gian (Luiz Augusto), Rodrigo (Zé Augusto), Róbson e Rafael Moura (Balão) / Técnico : Carlos Alberto Torres.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Vasco perde em São Januário e se complica mais

Wagner Diniz lamenta chance perdida


O São Paulo segue na caminhada rumo ao título. Neste domingo, o Tricolor ignorou a pressão dos torcedores vascaínos em São Januário e, com uma bela atuação de Rogério Ceni, venceu por 2 a 1. Com a vitória, o time de Muricy Ramalho garantiu a classificação para a Taça Libertadores 2009 pelo sexto ano seguido.
Com a derrota do Grêmio para o Vitória, o Tricolor está muito perto do tricampeonato consecutivo e do sexto na soma total. O time paulista abriu cinco pontos do rival e já pode soltar o grito de campeão na próxima rodada, contra o Fluminense, no Morumbi. Já o Vasco fica em situação complicada na luta contra o rebaixamento. O time carioca segue com 37 pontos, em 18º lugar, três pontos atrás do primeiro clube fora da zona. O Náutico tem 40 pontos.

Na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro, o duelo entre tricolores, que pode dar o título ao time de Muricy, acontece no domingo, às 17h . No mesmo dia e horário, o Vasco encara o Coritiba, no Couto Pereira.

Antes do jogo, muita confusão. O ônibus do São Paulo teve dificuldades para chegar no estádio de São Januário, mas a ação da Polícia Militar evitou qualquer incidente. Dentro do estádio, bate-boca entre os dirigentes. Ao encontrar a porta para o gramado fechada, os tricolores arrombaram o cadeado e foram aquecer no campo. O presidente do Vasco, Roberto Dinamite, se irritou e foi cobrar satisfações. O dirigente cruzmaltino levou um documento assinado por representantes tricolores em que foi combinado que não haveria aquecimento no gramado. O motivo: no Morumbi, o São Paulo não permitiu que o Vasco subisse para o campo antes da partida do primeiro turno. Seguranças dos dois times chegaram a se desentender. E um torcedor tricolor foi preso ao ser pego pichando um banheiro de São Januário.

O JOGO

O Vasco começou agressivo. Com 15 mil apitos, que foram distribuídos antes da partida, os torcedores faziam muito barulho. Em cinco minutos, o time carioca teve três escanteios seguidos. Mas o Vasco não conseguia espaços para finalizar. Só aos 12 minutos ocorreu o primeiro chute cruzmaltino. Wagner Diniz aproveitou sobra na área e bateu forte. Mas a bola tocou na cabeça de Leandro Amaral e saiu. Mas foi o São Paulo que quase marcou. Em um ataque rápido, Dagoberto tocou para Hernanes, que chutou rasteiro da entrada da área. O goleiro Rafael fez uma difícil defesa e espalmou para escanteio.

A chuva apertou. E os jogadores passaram a ter dificuldade de tocar a bola. Aos 16 minutos, outro susto para os vascaínos. Wagner Diniz foi tentar afastar o perigo e deu um bico contra o gol. Rafael defendeu no reflexo. Mas aos 21, não teve jeito. Mateus fez falta boba em cima de Hernanes na entrada da área. Alguns torcedores vascaínos ficaram rezando e preferiram nem olhar o lance. Pareciam adivinhar. Jorge Wagner cobrou muito bem no ângulo esquerdo de Rafael, que pulou e não tocou na bola: São Paulo 1 a 0.

O Vasco quase empatou rapidamente. Primeiro, Wagner Diniz cruzou rasteiro. Anderson foi cortar e quase fez contra. Rogério Ceni espalmou para escanteio. Logo depois, Leandro Amaral recebeu livre na área e chutou rasteiro para fora. Vieram, então, os primeiros gritos de "Ah, é Edmundo", que estava no banco de reservas.

O empate veio com Madson aos 30 minutos. O meia encarou a defesa tricolor e arrancou. Ele chegou na entrada da área e soltou a bomba. A bola desviou em Miranda e encobriu o goleiro Rogério Ceni, que caiu para atrás. A torcida cruzmaltina voltou a cantar. Tudo igual: 1 a 1. E o primeiro tempo terminava com o Grêmio, que vencia o Vitória, em Salvador, como o novo líder do Campeonato Brasileiro.

- Nosso time está deixando o Vasco jogar - reclamou Dagoberto no intervalo.

O Vasco voltou para o segundo tempo ainda sem Edmundo. E o São Paulo não deu tempo nem para aquecer. Jorge Wagner cobrou escanteio, a defesa do Vasco ficou olhando. Hugo apareceu de surpresa e teve tempo de dominar, ajeitar e chutar para fazer o segundo gol. Mateus ficou imóvel, sem dar o combate. São Paulo 2 a 1. A alegria tricolor não se resumia apenas a São Januário. No Barradão, o Vitória empatava a partida com o Cruzeiro.

O terceiro gol tricolor quase surgiu em um chute de Hernanes. A bola desviou e saiu para escanteio. Neste momento, o técnico Renato Gaúcho chamou Edmundo, que entrou no lugar Edu.

Aos 11 minutos, um lance que gerou muitas reclamações dos vascaínos. Wagner Diniz dividiu com Miranda na área. O árbitro Leonardo Gaciba não deu nada.

O Vasco foi para o tudo ou nada. E passou a tentar cruzar bolas para a área. Em uma delas, Eduardo Luiz cabeceou e Rogério Ceni salvou o São Paulo com uma defesa complicada no canto direito.

O clima era tenso. Edmundo reclamou da arbitragem e levou o cartão amarelo. Um torcedor jogou uma garrafa no gramado e foi preso pelos policiais. Aos 18 minutos, Leandro Amaral recebeu na área e chutou. Rogério Ceni espalmou para escanteio. Aos 22, Alex Teixeira aproveitou rebote da defesa e chutou para fora.

Aos 29, nova chance de ouro para os vascaínos. Wagner Diniz recebeu na área e chutou na saída do goleiro Rogério Ceni. O camisa 1 defendeu bem. Logo depois, Edmundo novamente falhou em um momento decisivo do Vasco. A bola sobrou limpa para o Animal na marca do pênalti. Mas ele isolou e colocou a mão na cabeça. Era a imagem do Vasco, desesperado na luta contra o rebaixamento. No fim, Leandro Amaral, muito mal na partida, era vaiado pelos torcedores. Já a torcida tricolor soltava o grito de campeão.

VASCO DA GAMA 1 X 2 SÃO PAULO
Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 23/11/2008 - 17h (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS)
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos (Fifa-RN) e Alessandro Alvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) Renda/público: R$ 373.843,50 / 21.634 pagantes
Cartões amarelos: Madson, Edmundo e Jorge Luiz (VAS); Jean e Jancarlos (SPO)
Gols: Jorge Wagner, 21'/1ºT (0-1); Madson, 30'/1ºT (1-1); Hugo, 3'/2ºT (1-2)
VASCO DA GAMA: Rafael, Eduardo Luiz, Odvan, Jorge Luiz; Wagner Diniz, Jonílson, Mateus (Alan Kardec, 29'/2ºT), Madson, Alex Teixeira (Pedrinho, 34'/2ºT) e Edu (Edmundo, 12'/2ºT); Leandro Amaral. Técnico: Renato Gaúcho.
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Anderson, André Dias e Miranda; Joílson (Jancarlos, 19'/2ºT), Jean, Hernanes, Hugo (Richarlyson, 34'/2ºT) e Jorge Wagner; Dagoberto e Borges. Técnico: Muricy Ramalho.

Fonte: http://www.netvasco.com.br/




segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Vascão vence o Flu no Maracanã

Com um gol de Wagner Diniz, o Vasco venceu o Fluminense por 1x0 na noite deste domingo (02/11) no Maracanã pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Gigante da Colina chega aos 34 pontos e fica na 18ª posição no torneio.
O Vasco volta a campo no próximo sábado (08/11), às 18h30, para enfrentar o Santos em São Januário.

O jogo

Vascaínos e tricolores fizeram um primeiro tempo de muita correria e alguns gols perdidos. O Vasco teve as três primeiras oportunidades, todas em chutes da entrada da área. Alex Teixeira, Mateus e Rodrigo Antônio mandaram por cima suas chances. O Fluminense assustou aos 15 minutos. Conca recebeu na esquerda e bateu forte, cruzado rente à trave esquerda de Rafael.

O jogo melhorou depois dos 30 minutos. Aos 32, Washington recebeu na área e ajeitou para Fabinho chutar. Jorge Luiz chegou de carrinho e salvou o time cruzmaltino. Cinco minutos depois foi a vez de Eduardo Luiz salvar o Vasco. Thiago Silva cruzou rasteiro da direita e o zagueiro cortou para escanteio, impedindo que Everton Santos completasse para o gol vazio. A equipe de São Januário quase abriu o placar aos 42 minutos. Madson cobrou falta na área, Jorge Luiz raspou de cabeça e obrigou Fernando Henrique a fazer ótima defesa.

Na volta do intervalo, o Fluminense teve uma boa oportunidade logo no primeiro tempo. Eduardo Ratinho, que entrara no lugar de Carlinhos, soltou a bomba da entrada da área e Rafael espalmou. Aos 4 minutos, Carlos Eugênio Simon fez jus à sua carreira sempre prejudicial ao Vasco e ignorou pênalti claro de Júnior César sobre Wagner Diniz. A equipe tricolor levou perigo aos 10. Washington rolou para Fabinho, da entrada da área, bater forte à direita de Rafael.

Dois minutos depois foi a vez de o Vasco assustar. Madson cobrou falta e Eduardo Luiz, de cabeça, mandou rente ao pé da trave esquerda tricolor. Aos 15, Madson puxou contra-ataque e tocou para Mateus, que tentou o chute. Thiago Silva cortou de carrinho. O Gigante da Colina abriu o placar aos 27 minutos. Madson recebeu na direita, levantou na área, Alex Teixeira dividiu e a bola sobrou para Wagner Diniz, que dominou no peito e tocou na saída de Fernando Henrique: 1x0.

O segundo gol quase saiu aos 31. Pinilla recebeu na direita e bateu cruzado. Fernando Henrique espalmou e Madson passou da bola. O Fluminense quase empatou aos 34. Conca cobrou falta na cabeça de Everton Santos. Odvan desviou e jogou para escanteio. Com a equipe das Laranjeiras em busca do empate, o Vasco teve chances nos contra-ataques. Em duas chances Madson tentou surpreender Fernando Henrique. Na primeira, a bola saiu à direita e na segunda, o goleiro tricolor encaixou. A grande chance tricolor veio aos 41 minutos. Ciel recebeu na direita, fez o corte e chutou. Rafael jogou para escanteio.

Fluminense 0 x 1 Vasco da Gama
Local: Maracanã
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Marco Aurélio dos Santos Pessanha (RJ)
Público: 40.556 presentes
Gol: Wagner Diniz aos 27 minutos do 2º tempo.
Cartões amarelos: Fabinho e Everton Santos (Fluminense); Fernando e Rodrigo Antônio (Vasco).

FLUMINENSE; Fernando Henrique; Carlinhos (Eduardo Ratinho), Thiago Silva, Luiz Alberto e Júnior César; Fabinho (Ciel), Wellington Monteiro, Arouca (David) e Darío Conca; Everton Santos e Washington. Técnico: Renê Simões.
VASCO DA GAMA: Rafael; Eduardo Luiz, Fernando (Odvan) e Jorge Luiz; Wagner Diniz, Jonílson, Mateus (Leandro Bomfim), Madson, Alex Teixeira e Rodrigo Antônio; Alan Kardec (Pinilla). Técnico: Renato Gaúcho.


Fonte: www.sambafoot.com.br

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Atlético Paraense nunca venceu o Vasco no Rio de Janeiro

Além da dificuldade de enfrentar um adversário direto, na luta contra o rebaixamento, o Atlético-PR terá que quebrar uma persistente escrita, em jogos com o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. Como visitante, o Furacão nunca venceu o oponente desta quinta-feira.

Desde 1977, em 12 jogos disputados no estádio do adversário - entre Brasileiro, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana - o time paranaense sofreu dez derrotas e obteve apenas dois empates. Marcou onze gols e sofreu 25.

A última vez que jogou, e não perdeu na casa vascaína, foi em 2000, quando empatou por 2 a 2, pelo Brasileirão. De lá para cá aconteceram mais seis jogos, todos vencidos pelo time carioca. O último encontro ocorreu no ano passado, pela Sul-Americana, e foi ganho pelo Vasco por 2 a 0, resultado que eliminou o Rubro-Negro da competição.

O jogo desta quinta-feira é um dos mais dramáticos, na história dos confrontos entre os dois clubes, que lutam diretamente para permanecerem na primeira divisão nacional. Ambos estão na zona de rebaixamento. O Atlético é o 18º colocado, com 31 pontos, apenas com um mais que o Vasco, o 19º.


http://esporte.uol.com.br/

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Vasco ainda respira


Depois de mais de dois meses sem o gosto da vitória, o Vasco reencontrou o sorriso ao bater o melhor time do segundo turno até aqui, o Goiás, por 4 a 2, nesta quarta-feira, no Serra Dourada, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Edmundo (2), Alex Teixeira e Madson marcaram os gols da equipe do Rio de Janeiro. Enquanto que, Paulo Baier, de pênalti, e Iarley fizeram para os mandantes.

Com o resultado, o Vasco, que com a vitória não bateu o recorde negativo de 1990 de nove jogos consecutivos sem vencer, permanece na zona de rebaixamento, mas chegou ao 18ª posto, com 30 pontos.

Já o Alviverde segue na nona posição, com 45. As duas equipes voltam a campo somente na próxima semana. O Goiás enfrentará o Palmeiras, na quarta-feira, às 20h30 (horário de Brasília), no Palestra Itália. Já a equipe de São Januário fará, em casa, um jogo de "seis pontos" contra o também ameaçado pelo Atlético-PR, também às 20h30, na quinta.

Vasco é superior e leva vantagem para segunda etapa

Com o desespero batendo à porta, o Vasco não se inibiu e partiu para cima do Goiás logo de início. Enquanto isso, o Goiás tentava aproveitar as brechas deixadas pelo time carioca, mas não ameaçava a meta carioca nos primeiros minutos. A maior aplicação cruzmaltina surtiu efeito logo aos 20 minutos. Edmundo aproveitou rebote de Harlei e mandou para o gol.

Dois minutos mais tarde, um lance polêmico. Matheus foi derrubado dentro da área e foi derrubado por Ernando. O árbitro Leonardo Gaciba, porém, deixou o lance seguir. Aos 28, a torcida vascaína se encheu de esperança após Alex Teixeira ganhar na corrida do zagueiro e deslocar de Harlei.

Todavia, a celebração durou pouco. Valmir fez pênalti infantil em Vitor, Paulo Baier foi para a cobrança e diminuiu aos 28. Esse poderia ser o indício de que o time da casa cresceria no encontro, o que não aconteceu. O Vasco assimilou bem o golpe e administrou a vantagem até o fim do primeiro tempo

Edmundo desequilibra e Vasco consolida o triunfo

No intervalo, o técnico Hélio dos Anjos deixou claro que iria dar um "puxão de orelha" em seus comandados. A bronca deu certo e o Goiás parecia outro na etapa final. Sentido a fragilidade do setor ocupado por Valmir, o Esmeraldino insistia nas jogadas pela direita de ataque.

A maior prova disso é que o time da casa chegou ao empate explorando a fragilidade do Vasco no setor, Iarley completou para o gol centro de Vitor. Contudo, ao contrário de outros jogos, a sorte parecia ter sorrido para o time da Colina. Madson, aos 12, arrematou, a bola desviou em Henrique e enganou Iarley.

Cinco mais tarde, a genialidade de Edmundo, que vinha muito bem na partida, fez a diferença. O atacante foi seguro por Paulo Henrique na área e, com personalidade, cobrou o pênalti que daria ao Vasco a tranqüilidade no resto do jogo.

A equipe da Colina passou a administra o resultado. Renato Gaúcho, enfim, conquistaria a sua primeira vitória desde o retorno ao Cruzmaltino. Já o Goiás teria quebrada a seqüência de oito partidas sem derrota e praticamente daria adeus ao sonho de disputar a Copa Libertadores em 2009.

VASCO DA GAMA (RJ) 4 X 2 GOIÁS (GO)
Data: 22/10/2008
Local: Serra Dourada / Goiânia
Árbitro: Leonardo Gaciba (Fifa-RS)
Assistentes: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS) e José Antônio Chaves Franco Filho (RS)
Cartões amarelos: Paulo Henrique, Paulo Baier e Júlio César (Goiás); Alex Teixeira (Vasco)
Gols: Edmundo 20, Alex Teixeira 28 e Paulo Baier 32/1º; Iarley 9, Madson 12, Edmundo 17/2º
GOIÁS: Harlei, Ernando, Henrique e Paulo Henrique; Vitor, Fahel (Ramalho), Fernando, João Paulo, Paulo Baier e Júlio César (Thiago Feltri); Iarley e Anderson Gomes/ Técnico: Hélio dos Anjos
VASCO DA GAMA:Rafael, Eduardo Luiz, Jorge Luiz e Fernando;Baiano (Wagner Diniz), Jonílson, Mateus (Leandro Bomfim), Madson e Valmir; Edmundo e Alex Teixeira (Pedrinho) / Técnico: Renato Gaúcho

Fonte: http://www.uol.com.br/

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Vasco da Gama x Botafogo.

Um pouco da história do clássico Vasco da Gama x Botafogo.

De José Renato Sátiro Santiago

Se trata de um dos mais emocionantes do futebol brasileiro.
Em 1934, ambas as equipes foram campeãs estaduais.
O Vasco da Gama pela Liga Carioca de Football, com 8 vitórias, 2 empates, 2 derrotas, 28 gols feitos e 16 sofridos.
O Botafogo foi campeão pela Associação Metropolitana de Esportes Atléticos, com 6 vitórias, 1 empate, 1 derrota, 21 gols feitos e 10 sofridos.

Nas finais de campeonatos cariocas, as equipes se encontraram apenas 4 vezes, e a vantagem é absoluta do Botafogo, campeão em todas oportunidades.

A primeira foi em 1948. Onze clubes disputaram o campeonato em turno e returno. Nilton Santos estreou no Botafogo naquela competição, a primeira com a obrigação dos times de usarem a numeração nas camisas.

Botafogo e Vasco chegaram na última rodada, em 12 de dezembro, com o mesmo número de pontos e de forma surpreendente o Alvinegro carioca derrotou o time vascaíno, o Expresso da Vitória, por 3 a 1, com gols de Paraguaio, Braguinha e Otávio .O gol do Vasco foi marcado pelo botafoguense Ávila. O elenco campeão foi formado por: Osvaldo, Gérson e Nilton Santos; Rubinho, Ávila e Juvenal; Paraguaio, Geninho, Pirilo, Otávio e Braguinha. Já o grande Vasco jogou com: Barbosa, Augusto e Wilson; Eli, Danilo e Jorge; Friaça, Ademir, Dimas, Ipojucan e Chico.

Vasco e Botafogo voltaram a decidir um título novamente em 1968. Apesar de precisar apenas de um empate, o Botafogo goleou o Vasco por 4 a 0, em 9 de junho, quando diante de mais de 140 mil pessoas no Maracanã. Os gols foram marcados por Roberto, Rogério, Jairzinho e Gérson. O Botafogo foi escalado com Cao, Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto e Gérson; Rogério, Roberto, Jairzinho e Paulo César Lima. O Vasco da Gama entrou em campo com Pedro Paulo, Jorge Luís, Brito, Ananias (Sérgio) e Ferreira; Buglê e Danilo Menezes; Naldo (Alcir), Nei, Valfrido e Silvinho.

Depois de 22 anos, em 29 de julho de 1990, em um campeonato que teve um controverso regulamento, o Botafogo, com um gol de Carlos Alberto Dias, venceu o Vasco e conquistou o bicampeonato. O Botafogo foi campeão com Ricardo Cruz, Paulo Roberto, Wilson Gottardo, Gonçalves e Renato; Carlos Alberto Santos, Luisinho e Djair, depois Gustavo; Donizete, Valdeir e Carlos Alberto Dias. O Vasco perdeu com Acácio, Luís Carlos Winck, Célio Silva, Quiñonez e Mazinho; Zé do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro, Tita e William, depois Roberto; Sorato e Bismarck.

Em 1997, novamente se encontraram para decidir um campeonato, desta vez em duas partidas, nos dias 5 e 8 de julho. O primeiro jogo foi vencido pelo Vasco por 1 a 0, com gol de Ramon. Na segunda partida, o Botafogo devolveu o resultado, com um gol de Dimba, e foi campeão, uma vez que levava vantagem de acordo com o regulamento. O Botafogo foi para a final com Vagner, Wilson Goiano, Jorge Luís, Gonçalves e Jéferson; Marcelinho Paulista, Pingo, Djair e Aírton, depois Marcelo Alves; Dimba e Bentinho. O Vasco perdeu com Caetano, Alex, Moisés e Felipe; Luisinho, depois Luís Cláudio, Fabrício, Juninho, Ramon, depois Brener; Pedrinho e Edmundo.


Fonte: http://blogdobirner.net / José Renato

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Barbosinha


Barbozinha

Jorge dos Santos Barbosa, o Barbosinha foi um vigoroso zagueiro vascaíno no final da década de 50 e início de 60.
Um carioca que nasceu no dia 23 de abril de 1935.

domingo, 28 de setembro de 2008

Campeonato Brasileiro 2008

No encontro dos desesperados da rodada, o Ipatinga levou a melhor e afundou ainda mais o Vasco em uma crise que parece não ter fim. Em partida disputada neste domingo, o time mineiro foi mais eficiente e venceu a equipe cruzmaltina por 3 a 1, no Ipatingão, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Rodriguinho, Adeílson, de pênalti, e Pablo Escobar, marcaram para os mandantes. Edmundo diminuiu para os cariocas.

Com o resultado, o Vasco caiu uma posição e agora é o 18º, com 26 pontos. Se Portuguesa e Fluminense vencerem suas partidas contra Santos e Botafogo, respectivamente, o time da Colina será o lanterna ao final da rodada. Já o Ipatinga ganhou três posições e agora é o 17º, com 27.

Ambos voltam a campo no próximo domingo. O Cruzmaltino terá outra partida decisiva diante do Figueirense, às 18h20, em São Januário. Já a equipe de Minas Gerais receberá o São Paulo, às 16h, no Ipatingão.

Baixa qualidade técnica no primeiro tempo

As duas equipes começaram a partida de forma nervosa. Com um sistema forte de marcação de parte a parte eram esporádicas as oportunidades de gol. Porém, o Ipatinga foi extremamente eficaz e abriu o marcador logo na primeira chance que teve a seu favor.

Explorando a inatividade do lateral-direito Baiano, Rodriguinho complementou aos 17, após aproveitar rebote do goleiro Tiago, que falhou feio. Com o revés no placar, o Vasco foi para frente, mas de forma desordenada. O desespero era tamanho que não era raro ver o zagueiro vascaíno Jorge Luiz no ataque.

Apesar disso, o Vasco sequer conseguia ameaçar o gol de Fernando, que virava um "expectador de luxo" do encontro. A criatividade no meio campo era nula e a zaga vascaína cedia generosos espaços para os velozes Ferreira e Adeílson.

O último, inclusive, perdeu umas das poucas chances relevantes da primeira etapa ao cabecear à esquerda do gol defendido por Tiago, que tentava orientar seus defensores sem sucesso.

Partida melhora e Ipatinga sacramenta a vitória

Na tentativa de dar mais ânimo ao time, Renato Gaúcho sacou os estreantes e Baiano e Fernando e promoveu as entradas de Eduardo Santos e Pedrinho, respectivamente. Contudo, foi o Ipatinga que criou boas chances de marcar com Adeílson.

O "castigo" veio nos pés de Edmundo, que empatou para o Vasco, aos oito minutos. Porém, a equipe carioca teve pouco tempo para celebrar. No chão, Jorge Luiz colocou a mão na bola e a penalidade foi marcada. Adeilson deslocou Tiago e recolocou o time da casa na frente.

Depois disso, o Vasco tentou pressionar o rival, mas não teve forças para reagir e, com isso, contabilizou a sua 15ª derrota na competição nacional e afundou ainda mais na tabela de classificação. Já o Ipatinga dá sinais de que poderá permanecer na Série A. Antes do final da partida, o paraguaio naturalizado boliviano Pablo Escobar fechou o placar.
IPATINGA (MG) 3 X 1 VASCO DA GAMA (RJ)
Data: 28/09/2008
Local: Estádio Epaminondas Mendes Brito / Ipatinga
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Assistentes: Alessandro Álvaro Rocha (BA) e Gilson Bento Coutinho (PR)
Cartões amarelos: Rodriguinho (Ipatinga); Jorge Luiz, Fernando, Mateus (Vasco)
Gols: Rodriguinho 17/1º; Edmundo 08, Adeílson 14, Pablo Escobar 40/2º
IPATINGA:Fernando, Marcio Gabriel (Gilsinho), Henrique, Gian e Rodriguinho; Augusto Recife, Leandro Salino, Xaves e Luciano Mandi (Léo Oliveira); Ferreira (Pablo Escobar) e Adeílson / Técnico: Márcio Bittencourt
VASCO DA GAMA: Tiago, Eduardo Luiz, Jorge Luiz e Fernando (Pedrinho); Baiano (Eduardo Santos), Jonny, Alex Teixeira, Madson e Valmir (Mateus) Edmundo e Leandro Amaral / Técnico: Renato Gaúcho

Fonte: www.uol.com.br

domingo, 21 de setembro de 2008

Goleadas do Vasco da Gama

Das 150 maiores goleadas do Campeonato Brasileiro o C.R Vasco da Gama contribui com 13 dessas goleadas.

14/02/1984 Vasco da Gama 9 x 0 Tuna Luso/PA
Gols: Arthurzinho (4), Marcelo (3), Geovani e Aírton

14/03/1982 Vasco da Gama 7 x 1 Operário/MS
Gols: Marquinho (3), Wilsinho (2), Cláudio Adão e Rosemiro (Vasco); Jones (Operario)

05/08/2001 Vasco da Gama 7 x 1 Guarani
Gols: Romário (4), Juninho Paulista, Jorginho e Botti (Vasco); e Fumagalli (Guarani)

25/11/2001 Vasco da Gama 7 x 1 São Paulo
Gols: Romá (3), Euller, Gilberto, Léo Lima e Dedé (Vasco); França (S. Paulo)

24/01/1982 Vasco da Gama 7 x 0 Moto Clube
Gols: Cláudio Adão (3), Roberto Dinamite, Renato Sá , Marquinho e Dudu

10/03/1982 Vasco da Gama 7 x 0 Internacional/SM
Gols: Roberto Dinamite (3), Cláudio Adão (2), Dudu e Silvinho

06/04/2003 Vasco da Gama 6 x 4 Goiás
Gols: Marcelinho Carioca (2), Rodrigo Souza, Wecsley, Cadi e Anderson Costa (Vasco); Dimba (2), Araújo e Fabão

02/11/1977 Goiânia 2 x 6 Vasco da Gama
Gols: Bil (2) (Goiania); Helinho, Zandonaide, Wilsinho, Roberto Dinamite, Geraldo, Orlando (Vasco)

12/02/1981 Vasco da Gama 6 x 1 Londrina/PR
Gols: Roberto Dinamite (3), Dudu, César e Rosemiro (Vasco); Paulinho (Londrina)

22/10/1995 Vasco da Gama 6 x 1 Paysandu
Gols: Nelson (2), Valdir (2), Juninho e Leonardo (Vasco); Barbosa (Paysandu)

25/03/1984 Vasco da Gama 6 x 0 Joinville
Gols: Arthurzinho (2), Mário, Roberto Dinamite, Mauricinho e Edevaldo

05/10/1986 Vasco da Gama 6 x 0 Operário/MT
Gols: Roberto Dinamite (3), Gersinho, Mauricinho e Romário

11/09/1997 Vasco da Gama 6 x 0 União São João
Gols: Edmundo (06) - recorde nacional

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

C.R.Vasco da Gama


1958

Em pé: Carlos Alberto, Ortunho, Belini, Écio, Orlando e Coronel.
Agachados: Sabará, Almir, Wilson Moreira, Rubens e Pinga.


Apelido: Vasco da Gama
Nome Real: Clube de Regatas Vasco da Gama
Fundação: 21/8/1898
Endereço: Rua General Almério de Moura 131 / Vasco da Gama CEP:20921-060 - Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 580-7373
Estádio: São Januário (35.000)
Uniforme: Preta com listra diagonal branca e Cruz de Malta no peito, preto, brancas
Web Site: http://www.crvascodagama.com/
Principais Títulos
Campeonato Sul-americano Clube: 1948
Copa Libertadores: 1998
Copa Mercosul: 2000
Campeonato Brasileiros: 1974, 1989, 1997, 2000
Torneios Rio-São Paulo: 1958, 1966, 1999
Campeonato carioca: 1923, 1924, 1929, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1977, 1982, 1987, 1988, 1992, 1993, 1994, 1998, 2003.


VASCO DA GAMA(RJ) 3 X 1 BANGU(RJ)
Data : 20/07/1958
Campeonato Carioca
Local : Estádio do Maracanã
Arbitro : Amilcar Ferreira
Público: 44.375
Gols : Pinga(2),Vavá e Décio Esteves
VASCO DA GAMA: Barbosa, Dario, Bellini, Ortunho, Écio, Orlando, Sabará, Almir, Vavá, Rubens e PingaTécnico : Gradim
BANGU: Ubirajara, Darci Santos, Darci Faria, Nílton Santos, Recaman, Zozímo, Alcides, Ivo Medeiros, Jaime, Mituca e Décio Esteves / Técnico : Gentil Cardoso

VASCO DA GAMA(RJ) 4 X 2 BONSUCESSO(RJ)
Data : 25/07/1958
Campeonato Carioca
Local : Estádio De São Januário
Arbitro : Amilcar Ferreira
Gols : Cabrita(2)Bonsucesso;Pinga(2),Wilson Moreira(2)
VASCO DA GAMA: Barbosa, Dario, Viana, Ortunho, Écio, Orlando, Sabará, Wilson Moreira, Vavá, Rubens e Pinga / Técnico : Gradim
BONSUCESSO: Rui, Joel, Gonçalo, Chicão, Beto, Brandãozinho, Iedo, Artoff, Cabrita, Hélio e Jair

VASCO DA GAMA(RJ) 3 X 0 CANTO DO RIO(RJ)
Data : 16/08/1958
Campeonato Carioca
Local : Estádio Do Maracanã
Arbitro : Alberto Da Gama Malcher Gols : Sabará, Laerte e Wilson Moreira
VASCO DA GAMA : Hélio, Paulinho, Bellini, Coronel, Écio, Orlando, Sabará, Laerte, Wilson Moreira, Rubens e Pinga / Técnico : Gradim
CANTO DO RIO: Mauro, Sinval, Hamílton, Ricardo, Bera, Floriano, Cabloco, Ari, Santos, Paulinho e Quincas

VASCO DA GAMA(RJ) 1 X 0 FLUMINENSE(RJ)
Data
: 24/08/1958
Campeonato Carioca
Local : Estádio Do Maracanã
Arbitro : Wilson Lopes De Souza
Público : 57.739
Gol : Pinga
VASCO DA GAMA: Barbosa, Paulinho, Bellini, Coronel, Écio, Orlando, Sabará, Almir, Wilson Moreira, Rubens e Pinga / Técnico : Gradim
FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro, Dodô, Clóvis, Telê, Almir, Wilson, Valdo, Mário e Escurinho / Técnico : Zezé Moreira