quarta-feira, 8 de outubro de 2008

São Cristovão na Europa em 1954

Temporada do São Cristovão na Europa em 1954


No futebol brasileiro apenas os chamados “grandes clubes” ganham as manchetes dos jornais e espaços no rádio e na televisão. Os chamados “pequenos clubes” ficam escondidos em suas modestas conquistas e longe dos torcedores e da mídia. No futebol carioca, muitos anos atrás, um clube chamado São Cristovão chegou a ser campeão em 1926. Fez grandes campanhas em vários certames e possuía grandes craques em seu plantel. Craques que chegaram a ser convocados para a seleção brasileira.

Em 1954, o São Cristovão realizou uma brilhante temporada pelos gramados da Europa. Uma longa temporada. Jogos que não tinham a mesma divulgação das temporadas do chamados “grandes clubes”. O clube da camisa branca jogou em campos da Europa e África. Disputou vinte jogos. Venceu onze. Empatou sete e perdeu apenas duas partidas jogando com grandes equipes do Velho Mundo. No seu retornou ao Rio de Janeiro, teve uma grande recepção organizada por sua pequena torcida. Um corso da Praça Mauá até a sede do São Cristovão, levou alegria a todos aqueles que admiravam o clube carioca.

Vamos relacionar todos os jogos do São Cristovão no Velho Mundo em 1954. Infelizmente, não existem maiores detalhes. A imprensa não deu o valor necessário a uma maravilhosa temporada.

Dia 14.abril – em Roma – São Cristovão 2 x Roma 1
Dia 24.abril – em Tunis – São Cristovão 0 x Hamman 0
Dia 25.abril – em Tunis – São Cristovão 11 (onze) x Esperança 0
Dia 27.abril – em Ferrisville – São Cristovão 8 x Union Sportiv 2
Dia 01.maio – em Sidi Bell – São Cristovão 0 x Bel Abber 0
Dia 09.maio – em Argel – São Cristovão 2 x Gália 2
Dia 10.maio – em Argel – São Cristovão 4 x Baturaik 1
Dia 12.maio – em Paris – São Cristovão 3 x Red Star 1
Dia 19.maio – em Lyon – São Cristovão 1 x Olimpique 1
Dia 22.maio – na Ilha de Malta – São Cristovão 1 x Floriano 0
Dia 23.maio – na Ilha de Malta – São Cristovão 0 x Slema Wanderes 0
Dia 27.maio – na Ilha de Malta – São Cristovão 3 x Seleção Local 0
Dia 31.maio – em Saint Etienne – São Cristovão 2 x Saint Etienne 1
Dia 03.junho- em Copenhague – São Cristovão 1 x Aliancem 1
Dia 06.junho- em Odesse – São Cristovão 1 x Seleção Local 1
Dia 07.junho- em Martus – São Cristovão 2 x Seleção Local 1
Dia 13.junho- em Estrasburgo – São Cristovão 1 x Racing 1
Dia 19.junho- em Kassel – São Cristovão 0 x Hessen 2
Dia 24.junho- em Marselhe – São Cristovão 0 x Olimpique 3
Dia 03.julho- em Bensancon – São Cristovão 4 x Bensancon 3

O time base do São Cristovão nesta temporada jogou com:
Helio, Manfredo e Jorge, J. Alves, Severino e Décio, Arlindo, Sarcinelli, Cabo Frio, Ivan e Carlinhos.


Fonte: http://www.museudosesportes.com.br/noticia.php?id=4819

domingo, 5 de outubro de 2008

Didi



Didi: o Príncipe Etíope da Folha Seca

por: Daniel Batista

Didi foi um dos maiores jogadores do futebol mundial . Craque que ganhou o apelido de Príncipe Etíope devido seu estilo clássico e elegante de atuar em todos os times que passou pela sua vitória carreira, e também Folha Seca, decorrente de seu chute de longa distância que ganhava um efeito impressionante. Tudo começou em 1943, no time infantil do São Cristóvão. Ainda nas categorias de base, defendeu o Industrial, Rio Branco, Goytacaz e Americano.

Sua carreira quase foi interrompida quando ainda tinha 14 anos. Uma infecção no joelho, sofrida durante um jogo, o deixou em uma cadeira de rodas e quase teve que amputar a perna. Mas o tempo fez com que o futuro craque se recuperasse, a tal ponto de encantar o mundo com seu futebol.

Dois anos depois da doença, Didi já estava atuando em jogos oficiais. Em 1945, defendeu o Americano de Campos, e em seguida foi para o Lençoense e Madureira. No ano seguinte seguiu para o Fluminense, onde passou dez anos e ficou marcado com um dos melhores jogadores da história do Tricolor carioca, marcando quase 100 gols pela equipe. Além disso, o Príncipe Etíope foi o primeiro jogador a marcar um gol no estádio do Maracanã. Isso aconteceu na derrota da Seleção Carioca para a Paulista, por 2 a 1.
Em relação ao apelido Folha Seca, Didi inventou a jogada em 1956, quando defendia o Fluminense em uma partida contra o América, pelo Campeonato Carioca. Machucado, o ex-jogador não podia dar chutes fortes de longa distância, por isso ele inventou uma nova forma de bater na bola. Acertava o meio da mesma que fazia uma curva espetacular e enganava o goleiro.

No mesmo ano se transferiu para o Botafogo, onde também deixou sua marca. Em 313 jogos, foram 113 gols marcados. Em 1957, Didi cumpriu uma promessa curiosa. Campeão Carioca daquele ano, o ex-jogador atravessou a cidade do Rio de Janeiro caminhando como forma de agradecimento. A boa fase, aliada ao título da Copa do Mundo, fez com que o Real Madrid, de Puskas e Di Stefano, despertasse o interesse no brasileiro e o contratasse. Porém, Didi não brilhou na Espanha, e teve uma modesta passagem pelo futebol europeu.

No final da carreira, Didi ainda passou pelo São Paulo, em 1964 e 66. Sem a mesma condição física, o jogador não teve o mesmo sucesso que no futebol carioca. Além disso, o Tricolor paulista não tinha um grande time na época, devido a todo investimento estar sendo feito na construção do estádio do Morumbi. O final de carreira, aliado ao fraco time, fez com que o Folha Seca tivesse uma discreta passagem pelo futebol paulista.

Quando o assunto é Seleção Brasileira, Didi também foi vitorioso. Em 1954 fez parte da seleção que disputou o Pan-Americano e depois foi para Copa do Mundo na Suíça. Quatro anos depois, a consagração: campeão e eleito o melhor jogador do Mundial de 58. Seguindo a trajetória vitoriosa, foi bicampeão em 62, no Chile, dividindo o status de craque do time com Mané Garrincha.

Em 1964, Didi decidiu aposentar da carreira de jogador e virar técnico de futebol. Como treinador, passou por vários times, mas sua maior conquista foi montar a seleção do Peru, que disputou a Copa do Mundo de 1970 e que foi eliminada pelo Brasil, nas quartas-de-final, por 4 a 2. Folha Seca abandonou definitivamente o futebol em 1987, após uma operação na coluna. Em 12 de maio de 2001, Didi, com 71 anos, faleceu decorrente de problemas cardíacos. Um ano antes havia entrado no Hall da Fama da Fifa, que tem entre outros gênios da bola, Beckenbauer, Pelé e Platini.

Dados

Nome: Valdir Pereira
Nascimento: 08/10/1929, em Campos, no Rio de Janeiro
Clubes:
- Como jogador: Americano, Madureira, Fluminense, Botafogo, Real Madrid e São Paulo
- Como técnico: Sporting Cristal e Alianza Lima (Peru); Vera Cruz (México); River Plate (Argentina), Fenerbahce (Turquia) Al-Ahli (Arábia Saudita), Fluminense, Botafogo, Cruzeiro e Bangu (Brasil)
Títulos:
- Como jogador: Campeonato Carioca: 1951 (Fluminense), 1957, 1961 e 1962 (Botafogo);
Torneio Rio-São Paulo: 1962 (Botafogo); Copa do Mundo: 1958 e 1962 (Seleção Brasileira)
- Como técnico: três vezes campeão do Peru pelo Sporting Cristal, cinco vezes campeão turco pelo Fenerbahce e três Copas do Rei e um campeonato do Golfo pelo Al-Ahli Club Jeddah (da Arábia Saudita)

Botafogo F.R.


1956
Em pé:Gerson, Gilson, Nilton Santos, Danilo, Ruarinho e Orlando Maia
Agachados: Garrincha., Dino da Costa, Carlyle, Paulinho e Vinicius.
Crédito: www.museudosesportes.com.br
Apelido: Botafogo
Nome Real: Botafogo de Futebol e Regatas
Fundação: 12/8/1904
Endereço: Avenida Wenceslau Brás 72 / BotafogoCEP:22290-140 - Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 295-3297
Estádio: Engenhão
Uniforme: Listras verticais pretas e brancas, preto, cinzas

Principais Títulos
Copa Conmebol: 1993
Campeonato Brasileiro: 1995
Taça Brasil: 1968
Torneio Rio-São Paulo: 1962, 1964, 1966, 1998
Campeonato Estadual :1907, 1910, 1912, 1930, 1932, 1933, 1934, 1935, 1948, 1957, 1961, 1962, 1967, 1968, 1989, 1990, 1997, 2006Taça Guanabara: 1967, 1968 (Bi), 1997 e 2006
Torneio Municipal: 1951
Torneio Tereza Herrera: 1996
Taça Cidade Maravilhosa: 1996

BOTAFOGO (RJ) 5 x 1 FLUMINENSE (RJ)
Data: 04/04/1954
Amistoso Estadual
Local: General Severiano, Rio de Janeiro
Árbitro: Alberto da Gama Malcher
Gols: Dino (2), Carlyle, Neyvaldo e Jayme; Esquerdinha
BOTAFOGO: Amaury, Thomé (Orlando Maia) e Floriano; Araty, Bob (Richarde) e Ruarinho; Neyvaldo (Garrincha), Geninho (Paulinho), Dino, Carlyle (Jayme) e Vinícius / Técnico: Gentil Cardoso
FLUMINENSE: Adalberto, Píndaro e Duque; Vítor (Jair), Gilberto (Édson) e Bigode; Telê, Villalobos, Larry (Edmílson) (Ramiro), Róbson e Esquerdinha (Quincas) / Técnico: Francisco de Souza “Gradim”

BOTAFOGO (RJ) 5 x 1 AMÉRICA (RJ)
Data: 19 / 06 / 1932
Campeonato Carioca
Local: Campos Salles
Juiz: Luiz Neves
Gols: Nilo, Martim, Carvalho Leite, Paulinho e Moura Costa ; Carola
BOTAFOGO: Victor, Benedicto e Rodrigues; Affonso, Martim (Ariel) e Canalli; Almir, Paulinho, Carvalho Leite, Nilo e Moura Costa.
AMÉRICA: Sylvio (Armandinho), Pennaforte e Hildegardo; Afonso, Almeida e Válter; Alemão, Miro, Carola, Telê e Adalberto (Hermógenes).

BOTAFOGO (RJ) 7 x 0 OLARIA (RJ)
Data:
31 / 07 / 1932
Campeonato Carioca
Local: General Severiano
Gols: Carvalho Leite (5) e Paulinho (2).
Juiz: Osvaldo Travassos Braga
BOTAFOGO: Victor, Benedicto e Rodrigues; Affonso, Martim e Canalli;Álvaro,Paulinho,Carvalho Leite, Nilo e Celso.
OLARIA: Amauri (Ovídio), Jair e Alfredo; Gradim, Eugênio e Claudionor; Jorge, Horácio, Vieira, Teodomiro (Homero) e Pierre.

BOTAFOGO (RJ) 9 x 2 PORTUGUESA (RJ)
Data: 14 / 05 / 1933
Campeonato Carioca (AMEA)
Local: Rua Moraes e Silva
Juiz: Walter Bradley
Gols: Nilo (5), Cartolano (3), Jayme ; Badu (2
BOTAFOGO: Victor, Rogério e Vicente; Pamplona, Ariel e Canalli; Cartolano, Nilo, Carvalho Leite, Jayme e Pirica.
PORTUGUESA: Valdemar (Nogueira), Antônio e Pirulito; Noé, Bicura e Valentim (Valdo); Luisinho, Joãozinho, Badu, Irineu e Picolé.

BOTAFOGO (RJ) 5 x 1 UBERABA (MG)
Data: 15 / 03 / 1956
Amistoso Interestadual
Local: Uberaba (MG)
Gols: Neyvaldo (2), Alarcón, Gato e Garrincha; Paulinho
Árbitro: João Aguiar
BOTAFOGO: Amaury, Orlando Maia, Domício e Nílton Santos (Rubens Bimba); Pampolini (Bob) e Juvenal; Garrincha (João Carlos), Didi (Wilson Moreira), Alarcón (Quarentinha), Gato e Neyvaldo / Técnico: Zezé Moreira.
UBERABA: Vilmondez (Veríssimo), Inácio e Pádua (Adalberto); Leo (Perereca), Loli e Lanza; Lazinho, Paulinho, Gradim (Zé Luiz), Tati e Oliveira.

sábado, 4 de outubro de 2008

Campeonato Carioca 2008



VASCO DA GAMA (RJ) 1 X 2 MADUREIRA (RJ)
Data : 20/01/2008
Campeonato Carioca
Local : Estádio de São Januário /Rio de Janeiro
Público : 11.671 pagantes
Árbitro : William Marcelo de Souza Nery
Gols: Abuda 35/2º, Muriqui 11/ e Muriqui 38/2º
MADUREIRA : Renan, China, Odvan, Paulo César, Amarildo, Paulo Roberto (Ruy), Marcelo Mendes, Wagner, Thiago Brito (Amaral), Creedence e Muriqui / Técnico : Carlos Roberto
VASCO DA GAMA : Tiago, Wagner Diniz, Vílson, Jorge Luiz, Calisto, Jonílson, Beto (Bruno Meneghel), Leandro Bomfim (Xavier), Morais, Alex Teixeira e Alan Kardec (Abuda) / Técnico : Alfredo Sampaio

AMÉRICA (RJ) 2 X 5 DUQUE DE CAXIAS (RJ)
Data : 20/01/2008
Campeonato Carioca
Local : Giullite Coutinho. Mesquita (RJ).
Público : 853 pagantes
Árbitro : João Batista Arruda
Gols: Maciel 34, Maciel 36/1º, Edivaldo 20/1º, Edivaldo 37/1º, Dudu 22/2º, Renatinho 34/2º e Giovani 39/2º
AMÉRICA : Fábio Carvalho, Bruno Carvalho, Cleiton (Maicon), Márcio Abrahão, Maciel, Danilo, Válber, Elves, Léo Maringá (Aron), Lourival e Marco Brito (Fernandão) / Técnico : Ademir Fonseca.
DUQUE DE CAXIAS : Fernando, Eduardo, Alessandro (Cléber), Daniel, Allan Fernandes, Marcelo Cardoso, Silva, Renatinho, Madson, Edivaldo (Geovani) e Fabiano (Dudu) / Técnico : Manoel Neto

FLUMINENSE (RJ) 3 X 2 DUQUE DE CAXIAS (RJ)
Data : 23/01/2008
Campeonato Carioca
Local : Maracanã / Rio de Janeiro
Público : 15.101 pagantes
Árbitro : Leandro Noel Laranja
Gols: Thiago Silva 03/2º, Leandro Amaral 08/2º e Washington 27/2º, Edivaldo 07/1º e Viola 25/1º
FLUMINENSE: Diego, Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto, Gustavo Nery (Junior César), Ygor, Fabinho (Cícero), Thiago Neves, Dodô, Leandro Amaral e Washington (Maurício) / Técnico : Renato Gaúcho.
DUQUE DE CAXIAS: Fernando, Eduardo, Alessandro, Daniel, Alan Fernandes, Marcelo Cardoso, Silva, Renatinho (Djair), Madson, Edivaldo (Fabiano) e Viola (Dudu) / Técnico : Manoel Neto

MESQUITA ( RJ) 1 X 0 RESENDE (RJ)
Data : 23/01/2008
Campeonato Carioca
Local : Moça Bonita / Rio de Janeiro
Público : 233 pagantes
Árbitro : Marcelo Venito Pacheco
Gol: Márcio Orelha 31/1º
MESQUITA: Diogo, Gaúcho (Vágner Eugênio), Alessandro Lopes, Juan, Filipinho, Léo, Índio, André Mello, Bruno Suzano (Rodrigo), Leandro Neto e Márcio Orelha (Wanderson) / Técnico : Mário Marques
RESENDE: Rodolpho, Valdir, Márcio Costa, Naílton, Fabiano, Beto, Fred (Márcio Gomes), Hiroshi, Léo, Arangio (João Carlos) e Rafael (Jack Jones) / Técnico : Antônio Carlos Roy.
BOAVISTA (RJ) 3 X 2 VOLTA REDONDA (RJ)
Data : 23/01/2008
Campeonato Carioca
Local : Eucy Resende Mendonça / Bacaxá (RJ)
Público : 328 pagantes
Árbitro : Pablo dos Santos Alves.
Gols: Anselmo 19/1º, Rodrigo 04/2º, Paulo Rodrigues 23/2º, Deni (39/2º, Marcinho 44/2º
BOAVISTA: Erivélton, Fábio Braz, Vinícius, Hélton, Flávio Medina, Roberto Lopes, Thiaguinho (Bruno Moreno), Rodrigo (Arílson), Paulo Rodrigues, Diogo (Romarinho) e Anselmo / Técnico : Edinho
VOLTA REDONDA : Edinho, Aílson, Alemão, Vinícius (Deni), Júlio César, Alexandre, Márcio Pinho (Butti), Gláuber (Marcinho), Hamílton, Robinho e Léo Guerra / Técnico : Válter Ferreira.

BOTAFOGO (RJ) 4 X 1 FRIBURGUENSE (RJ)
Data : 23/01/2008
Campeonato Carioca
Local : Engenhão / Rio de Janeiro (RJ)
Público : 6.286 pagantes
Árbitro : Antônio Frederico de Carvalho Schneider
Gols : Jorge Henrique 09/1º, Jorge Henrique 18/1º, Wellington Paulista 12/2º e Alessandro 17/2º, Thiago Messias 18/2º
Expulsão : Cadão (Friburguense).
BOTAFOGO : Castillo, Alessandro (Abedi), Renato Silva, Alexis Ferrero, Triguinho, Túlio, Diguinho, Lúcio Flávio (Adriano Felício), Zé Carlos (Fábio), Jorge Henrique e Wellington Paulista / Técnico : Cuca
FRIBURGUENSE : Adriano, Sérgio Gomes (Ziquinha), Cadão, Thiago Messias, Gílson (Maycon), Bidu, Cassiano, Éverton, Guido, Paulo Roberto (Léo Andrade) e Víctor Hugo / Técnico : Cleimar Rocha.
MACAÉ (RJ) 1 X 0 AMÉRICA (RJ)
Data : 23/01/2008
Campeonato Carioca
Local : Cláudio Moacyr de Azevedo / Macaé (RJ)
Público : 526 pagantes
Árbitro : José Alexandre Barbosa Lima
Gol: Steve 09/2º
MACAÉ : Cássio, Andrezinho (Lima), Wallace, André, Bill, Mário César, Marcinho (Tiano), Steve, Wallacer, Jones e Bruno Mezenga (Geraldo) / Técnico : Tita
AMÉRICA : Fábio Carvalho, Bruno Carvalho, Márcio Abrahão, Cléberson (Cleiton), Maciel, Válber, Maycon, Léo Maringá (Jeffinho), Élves (Aron), Bebeto e Lourival / Técnico : Jorge Vieira.
Expulsão : Wallacer (Macaé) e Bebeto e Cleiton (América)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Torneio Início

Campeões do Torneio Início

1916 – Fluminense
1918 – São Cristóvão
1919 – Carioca
1920 – Flamengo
1921 – Palmeiras
1922 – Flamengo
1923 – Mackenzie
1924 - Fluminense (AMEA) / Andarahy (LMDT)
1925 – Fluminense
1926 – Vasco da Gama
1927 – * / Modesto (LMDT)
1928 – São Cristóvão
1929 – Vasco da Gama
1930 – Vasco da Gama
1931 – Vasco da Gama
1932 – Vasco da Gama (FMD) / Deodoro (LMDT)
1933 – São Cristóvão
1934 – Bangu (FMD) / Botafogo (AMEA)
1937 – São Cristóvão
1938 – Botafogo
1939 – Madureira
1940 – Fluminense
1941 – Fluminense
1942 – Vasco da Gama
1943 – Fluminense
1944 – Vasco da Gama
1945 – Vasco da Gama
1946 – Flamengo
1947 – Botafogo
1948 – Vasco da Gama
1949 – América
1950 – Bangu
1951 – Flamengo
1952 – Flamengo
1953 – Canto do Rio
1954 – Fluminense
1955 – Bangu
1956 – Fluminense
1957 – Madureira
1958 – Vasco da Gama
1959 – Flamengo
1960 – Olaria
1961 – Botafogo
1962 – Botafogo
1963 – Botafogo
1964 – Bangu
1965 – Fluminense
1967 – Botafogo
1977 – Botafogo
* = Torneio anulado a pedido do próprio campeão, o Fluminense FC, que constatou uma irregularidade em dois de seus jogadores.
Obs: Nos anos em branco, não houve competição.

Ranking:
1) Vasco da Gama - 10
2) Fluminense - 09
3) Botafogo - 08
4) Flamengo - 06
5) Bangu - 04
5) São Cristóvão - 04
7) Madureira - 02
8) América - 01
8) Andarahy - 01
8) Canto do Rio - 01
8) Carioca - 01
8) Deodoro - 01
8) Mackenzie - 01
8) Modesto - 01
8) Olaria - 01
8) Palmeiras - 01


Fonte: http://esporterio.blogspot.com/

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Placar Eletrônico



Festa para o Placar do Maracanã em Édson Passos
Uma grande festa marcou a inauguração do placar eletrônico do Estádio Giulite Coutinho, de propriedade do América, em Edson Passos, neste sábado. O placar pertencia originalmente ao Maracanã, onde estava instalado desde 1979. O clube alvirrubro preparou uma extensa programação, ignorada pelo público por conta da forte chuva que caiu na Região Metropolitana.

Ídolos americanos do passado, como o zagueiro Alex e o atacante Edu Coimbra, estiveram presentes. Os dois foram homenageados pela diretoria, que emprestou seus nomes aos vestiários do estádio, dando seqüência à política de nomear as dependências do clube com personalidades americanas, como já aconteceu com o Teatro Max Nunes e a Tribuna de Imprensa José Trajano. Participaram de uma partida de exibição jogadores que tiveram passagem recente pelo clube, como os laterais Maciel e Bruno Carvalho.

Rubens Lopes da Costa Filho, presidente da Ferj e ex-desafeto do atual presidente americano, Reginaldo Mathias, que apoiou Francisco Horta na eleição da entidade, marcou presença no evento. Os dois fizeram questão mostrar que as desavenças ficaram mesmo no passado. Rubens recebeu das mãos de Reginaldo o título de Amigo do América.

O presidente se emocionou ao falar da difícil situação do clube, que se encontra às vésperas de um processo eleitoral pós-rebaixamento. O América tem um belo estádio, valorizado com o novo placar eletrônico, mas futebol que é bom, só no segundo semestre de 2009, quando terá início a Segunda Divisão.

Texto e Foto: http://www.sidneyrezende.com/editoria/futrio

Sul Americana

Quanta diferença! O Botafogo recebeu os colombianos do América de Cali no Engenhão e nem tomou conhecimento. Nem fez lembrar daquele "outro" Botafogo de dias atrás, só os jogadores eram os mesmos, pois o futebol foi digno de uma competição internacional. O Glorioso venceu por 3 a 1, com dois de Wellington Paulista (que volte a fase boa) e um golaço de Carlos Alberto. Vélez diminuiu para os visitantes. O Bota aguarda o vencedor de Arsenal de Sarandí e Estudiantes, ambos da Argentina, na próxima fase da competição.

O jogo começou morno, o Botafogo sabia da responsabilidade que tinha e partiu para cima logo nos primeiros minutos. A forte marcação do América dificultava as investidas do glorioso que caia quase sempre pelo lado direito nas tentativas com Alessandro e Lúcio Flávio. Lá na defesa a dupla Renato Silva e André Luís só tinham trabalho de dar chutão para frente.


O nervosismo já era evidente, já passavam dos 20 minutos e o placar ainda estava em branco e o Botafogo, que não é um time de chutar bolas de fora da área, acabou fazendo desta sua principal arma devido a dificuldade de superar a marcação. Aos 32 o Bota conseguiu o primeiro, Diguinho ganhou na raça de quatro jogadores adversários, esperou o momento certo e colocou na medida para Wellington Paulista, o camisa 9 bateu de pé esquerdo, a bola pegou no joelho direito e tomou o rumo da meta de Berbia. 1 a 0 Glorioso.


Mesmo ainda estando melhor no jogo, o Botafogo não demonstrava a gana de marcar como nos 30 minutos iniciais e ainda levou um susto. Aos 46 minutos o América de Cali fez uma troca de passes envolvente, a bola ficou limpa para o artilheiro Cortés que colocou a redonda lá na estação de metrô. O primeiro tempo terminou com o Bota em vantagem.


Veio o segundo tempo e Ney Franco deixou todo o time que saiu vitorioso na primeira etapa em campo. E o fogão nem demorou a fazer o primeiro, aos cinco minutos, Jorge Henrique tabelou de cabeça com Wellington Paulista e fez o passe para Carlos Alberto acertar uma bicicleta no cantinho, sem chances para Berbia. Na comemoração o camisa 19 imitou Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo. Era tudo que o Botafogo queria, uma vantagem "segura". 2 a 0.


Pela primeira vez nos dois confrontos, o Bota tinha o resultado favorável em termos de classificação e mesmo assim mostrou raça para construir a jogada do terceiro gol. Alessandro ganhou espaço e cruzou para Wellington Paulisa escorar de direita e sair para comemrar aos 11 minutos. Botafogo 3 a 0.


A situação ficou complicada para o América que tinha que tentar jogar "água no chopp" da equipe de General Severiano com mais dois gols. E a reação não demorou muito, quando Ney Franco preparava-se para colocar Fábio em lugar de Wellington Paulista que estava sendo caçado em campo, o lateral Vélez entrou na área driblando a defesa do Botafogo e bateu preciso na saída de Castillo. 3 a 1.


A torcida que gerava um frisson no estádio começou a temer pela primeira vez a classificação e esse sentimento ficou ainda mais forte quando Cortés colocou a bola no cantinho e Castillo com a ponta dos dedos segurou o resultado. Logo depois Jorge Henrique acertou o travessão e chamou a torcida de volta ao jogo. O América ainda teve oportunidades claras de marcar e esses foram os 10 mais longos minutos da história do Botafogo, mas quando o juíz apitou o término do jogo a alegria tomou conta do Engenhão.


BOTAFOGO (RJ) 3 X 1 AMÉRICA DE CÁLI (COL)
Data: 01/10/2008
Sul Americana
Local: Estádio do Engenhão / Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Carlos Chandía (CHI)
Auxiliares: Lorenzo Acuña (CHI) e Sergio Román (CHI)
Renda/público: R$ 48.737,00 / 10.864 pagantes
Cartões amarelos: Wellington Paulista e André Luís (BOT)
Gols: Wellington Paulista 32/1; Carlos Alberto, 05/2º; Wellington Paulista 11/2º; Vélez 31/2º
BOTAFOGO: Castillo, Alessandro, Renato Silva, Andre Luis e Triguinho (Zé Carlos, 36'/2ºT); Diguinho (Leandro Guerreiro), Túlio, Lucio Flavio e Carlos Alberto; Jorge Henrique e Wellington Paulista (Fábio) /Técnico: Ney Franco
AMÉRICA DE CÁLI: Berbia; Vélez, Valdés, Tavima e Armero; Valencia, Córdoba, Otálvaro (Arango) e Cortés; Parra (Moreno) e Ramos / Técnico: Diego Umaña

Ricardo Costa

Fonte: www.futebolcarioca2008.blogspot.com