terça-feira, 28 de outubro de 2008

Ademir Menezes



Nome: Ademir Menezes
Apelido: Queixada
Nome Completo: Ademir Marques de Menezes
Nascimento / Falecimento: 8 novembro 1922 / 11 maio 1996
Posição: atacante
Seleção: brasileira
Copas: 1 (Brasil, 1950)
Início / Fim da carreira: 1938 / 1956


História

Bigode fino, cabelos com brilhantina e sapatos bicolor. Só isso já seria o bastante para fazer de Ademir Marques de Menezes um tipo notável. Mas havia o queixo, um respeitável queixo, que lhe rendeu o apelido de "Queixada". E havia também os gols, marcados de balaio com a cabeça, pé direito, esquerdo, barriga ou qualquer outra parte do corpo. Ademir fez história no futebol brasileiro como um dos mais fortes e velozes atacantes que já vestiram a camisa amarela da Seleção. Poderia estar entre os maiores de todos os tempos não fosse a fatalidade daquela final na Copa de 50, quando o favoritíssimo Brasil perdeu para o azarão uruguaio. Ademir esteve para o Mundial do Brasil como Maradona para a Copa de 86 ou Romário para o tetra de 94. Na Copa de 50, Queixada foi o artilheiro com nove gols em apenas seis jogos e simplesmente arrasou. Mas o Brasil não levantou o caneco e Ademir também não se tornou uma estrela planetária.

Insuperável nas arrancadas com a bola sob controle (chamadas na época de "rush"), sempre fulminantes, e capaz de concluir com os dois pés com uma imensa precisão. Artilheiro nato, raramente perdia gols em lances na pequena área. Seu estilo de jogo deu origem a posição de “Ponta de Lança”, sua versatilidade em atuar em qualquer posição do ataque e sua habilidade nas arrancadas a caminho do gol obrigou a adoção de novos sistemas de jogo pelos técnicos para tentar contê-lo.

Não tomava grande distância da bola para chutar, sem mudar o passo, partia para bola surpreendendo muitas vezes o goleiro. No time que jogava, longos lançamentos eram feitos pra aproveitar sua velocidade. No Vasco teve lançadores fenomenais, como Ipojucan e Danilo (“o Príncipe”).
Ele começou a carreira no Sport-PE, como juvenil, em 1937, descoberto pelo técnico uruguaio Ricardo Diez. Em 1941, com apenas 19 anos, começou a ganhar fama ao conquistar o título do Campeonato Pernambucano de 1941. De quebra, foi artilheiro com 11 gols. Recife começava a ficar pequena para o seu futebol.

Ademir chegou a São Januário em 1942, sem concluir a Faculdade de Medicina, onde cursava o quarto ano, em Recife. As arrancadas irresistíveis e a incrível capacidade de conclusão logo o transformaram em um ídolo da torcida. Foi campeão carioca em 1945 e trocou o Vasco pelo Fluminense no final da temporada, na chamada transferência da década. Com 301 gols em 429 partidas, Ademir tornou-se o maior ídolo e artilheiro da história do Vasco da Gama, até ser ultrapassado em números de gols por Roberto Dinamite. Pelo Vasco, integrou um dos maiores times da história do futebol mundial, o “expresso da vitória”, pelo qual conquistou inúmeros títulos.

Gentil Cardoso, treinador que marcou época, dissera aos dirigentes do tricolor: "Dêem-me Ademir que lhes darei o campeonato". Não deu outra. Ademir ajudou o Fluminense a conquistar o Campeonato Carioca de 1946. Mas a sua estadia nas Laranjeiras durou pouco: no ano seguinte, regressou ao Vasco.

Ao marcar o gol da vitória de 1 a 0 sobre o Botafogo no jogo final, em São Januário, o Tricolor sagrou-se campeão em 1946 , no torneio mais emocionante da história do Campeonato Carioca , pois sendo disputado por pontos corridos terminou com quatro equipes empatadas em primeiro lugar, sendo necessária uma disputa extra entre eles que ficou conhecida como Supercampeonato. De volta à São Januário, ele foi campeão do Rio de Janeiro em 1947, 1949, 1950, 1952 e 1956. Também ganhou o Campeonato Sul-Americano de Clubes, disputado em Santiago, no Chile, em 1948.

Em 1949, jogando o Sul-Americano pela seleção brasileira, Ademir marcou quatro gols no goleiro paraguaio Garcia. Algum tempo depois, quando Garcia se transferiu para o Flamengo, Ademir sempre conseguia marcar no mínimo um gol. “Não que o Garcia não fosse bom goleiro, até pelo contrario. Ele era um ótimo goleiro, apenas eu dava sorte quando jogava contra ele”. Por isso Ademir chegou a ser chamado de "Carrasco do Flamengo".

Apesar de seu passe ter custado apenas 800 mil-réis, Ademir foi o primeiro profissional a exigir luvas (40 contos), mas o Vasco pagou 45 contos e venceu a disputa com o Fluminense para tirá-lo do Sport Club do Recife. Seu salário era de 500 mil réis.

Pela Seleção Brasileira, Ademir Menezes disputou 41 partidas e marcou 35 gols. Seu principal título foi o Sul-Americano de 1949. Artilheiro notável, fez nove gols em seis jogos e é um dos dois únicos brasileiros (o outro é Leônidas) a fazer quatro gols em apenas um jogo de Mundial ­na goleada contra a Suíça. Depois da Copa, sofreu lesões no pé e nos meniscos que o afastaram durante meses dos gramados. Já em 1956, com apenas 31 anos, pendurou as chuteiras no Vasco. Morreu no Rio, em 1996, vítima de câncer na medula. Em julho de 1999, o Sport mandou construir uma estátua de dois metros de altura, em frente à sua sede, para homenagear o ídolo.


Clubes

- Sport Recife: 1938/1941;
- Vasco da Gama: 1942/1945 e 1948/1955;
- Fluminense: 1946/1947.


Principais fatos

- Artilheiro do campeonato carioca: 1949, 1950;
- Artilheiro do campeonato pernambucano: 1941;
- Artilheiro da Copa do Mundo: 1950;
- Artilheiro do torneio Rio-São Paulo: 1951;
- Campeonato Brasileiro: 1943, 1944, 1946 e 1950;
- Campeonato Carioca: 1945, 1949, 1950 e 1952;
- Campeonato Pernanbucano: 1940 e 1941;
- Copa América: 1949;
- Copa Libertadores: 1948;
- Copa Rio Branco: 1947, 1950;
- Copa Roca: 1945;
- Copa Oswaldo Cruz: 1950;
- Jogos Panamericanos: 1952;
- Supercampeonato Carioca: 1946;
- Torneio Octogonal do Chile: 1953;
- Torneio Quadrangular do Rio: 1953;
- Torneio Rivadavia Corrêa Meyer do Rio de Janeiro: 1953.

Fonte: http://geniosdofutebol.blogspot.com/2006/09/ademir-menezes.html

Atlético Paraense nunca venceu o Vasco no Rio de Janeiro

Além da dificuldade de enfrentar um adversário direto, na luta contra o rebaixamento, o Atlético-PR terá que quebrar uma persistente escrita, em jogos com o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. Como visitante, o Furacão nunca venceu o oponente desta quinta-feira.

Desde 1977, em 12 jogos disputados no estádio do adversário - entre Brasileiro, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana - o time paranaense sofreu dez derrotas e obteve apenas dois empates. Marcou onze gols e sofreu 25.

A última vez que jogou, e não perdeu na casa vascaína, foi em 2000, quando empatou por 2 a 2, pelo Brasileirão. De lá para cá aconteceram mais seis jogos, todos vencidos pelo time carioca. O último encontro ocorreu no ano passado, pela Sul-Americana, e foi ganho pelo Vasco por 2 a 0, resultado que eliminou o Rubro-Negro da competição.

O jogo desta quinta-feira é um dos mais dramáticos, na história dos confrontos entre os dois clubes, que lutam diretamente para permanecerem na primeira divisão nacional. Ambos estão na zona de rebaixamento. O Atlético é o 18º colocado, com 31 pontos, apenas com um mais que o Vasco, o 19º.


http://esporte.uol.com.br/

2ª Divisão pega fogo

A Série B do Carioca já estava pegando fogo e agora promete esquentar de vez. Isso porque chegou ao fim à terceira fase da competição, e agora se inicia o quadrangular decisivo onde dois times ascenderão para a elite do estado do Rio de Janeiro.

Jogando na Rua Bariri, o Olaria empatou em 1 a 1 com o Goytacaz e garantiu-se como líder do Grupo A, já o time campista com a derrota irá amargar mais um ano na segunda divisão. No outro jogo do grupo, o Tigres derrotou em Xerém, a equipe do Nova Iguaçu por 3 a 1, ficou com a vaga restante e agora brigará pelo acesso.

Na outra chave da competição, CFZ, Portuguesa e Aperibeense brigavam pela última vaga, já que o Bangu já estava classificado. Em jogo realizado na Ilha do Governador, Portuguesa e CFZ morreram abraçados com o empate em 2 a 2, com isso a última vaga da chave ficou com o Aperibeense que derrotou o time reserva do Bangu, em Moça Bonita por 1 a 0, com o resultado o alvinegro do noroeste também disputará o quadrangular final que se inicia na próxima semana.

Grupo A
1-Olaria 12Pts
2-Tigres 11Pts
3-Goytacaz 8Pts
4-Nova Iguaçu 1Pt

Grupo B
1-Bangu 11Pts
2-Aperibeense 10Pts
3-Portuguesa 6Pts
4-CFZ 5Pts

Fonte: http://www.futnet.com.br

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

S.C. Mangueira

Sport Club Mangueira

Fundado por operários da fábrica ‘Chapéus Mangueira’, no dia 29 de julho de 1906, o rubro-negro tijucano, atuou na Rua Desembargador Isidro, 72. Nos dias de hoje, o local onde ficava o estádio abrange parte do clube Tijuca Tênis Clube. Ao todo, a SC Mangueira participou de oito campeonatos cariocas (1909, 12 e 13, 17 a 21).

No dia 30 de maio de 1909, no campo da Rua Voluntários da Pátria, a Mangueira sofreu a sua pior humilhação, que ironicamente colocou o time no Livro dos Recordes: Botafogo 24 a 0, sendo a maior goleada em campeonatos regionais, de todos os tempos. Os gols foram: Gilbert Hime (9), Flávio Ramos (7), Monk (2), Lulú Rocha (2), Raul Rodrigues, Dinorah, Henrique Teixeira e Emmanuel Sodré.
A SC Mangueira, que jogou com 10 jogadores, teve o seguinte time: Luiz Guimarães, José Perez e Carlos Mongey; Victor, Jonas Cunha e Justino Fortes; Alberto Rocha, João Pereira, Menezes e Maranhão.
Botafogo: Coggin; Raul Rodrigues e Dinorah; Rolando de Lamare, Lulú Rocha e Edgard Pullen; Henrique Teixeira, Flávio Ramos, Monk, Gilbert Hime e Emmanuel Sodré.

O uniforme da SC Mangueira era camisa listrada na vertical vermelha e preta e calções brancos. A melhor colocação aconteceu em 1913 e 1917, quando terminou em oitavo lugar, dentre dez participantes. Após uma seqüência de insucessos, a Mangueira decidiu abandonar a competição em 1921.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Vasco ainda respira


Depois de mais de dois meses sem o gosto da vitória, o Vasco reencontrou o sorriso ao bater o melhor time do segundo turno até aqui, o Goiás, por 4 a 2, nesta quarta-feira, no Serra Dourada, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Edmundo (2), Alex Teixeira e Madson marcaram os gols da equipe do Rio de Janeiro. Enquanto que, Paulo Baier, de pênalti, e Iarley fizeram para os mandantes.

Com o resultado, o Vasco, que com a vitória não bateu o recorde negativo de 1990 de nove jogos consecutivos sem vencer, permanece na zona de rebaixamento, mas chegou ao 18ª posto, com 30 pontos.

Já o Alviverde segue na nona posição, com 45. As duas equipes voltam a campo somente na próxima semana. O Goiás enfrentará o Palmeiras, na quarta-feira, às 20h30 (horário de Brasília), no Palestra Itália. Já a equipe de São Januário fará, em casa, um jogo de "seis pontos" contra o também ameaçado pelo Atlético-PR, também às 20h30, na quinta.

Vasco é superior e leva vantagem para segunda etapa

Com o desespero batendo à porta, o Vasco não se inibiu e partiu para cima do Goiás logo de início. Enquanto isso, o Goiás tentava aproveitar as brechas deixadas pelo time carioca, mas não ameaçava a meta carioca nos primeiros minutos. A maior aplicação cruzmaltina surtiu efeito logo aos 20 minutos. Edmundo aproveitou rebote de Harlei e mandou para o gol.

Dois minutos mais tarde, um lance polêmico. Matheus foi derrubado dentro da área e foi derrubado por Ernando. O árbitro Leonardo Gaciba, porém, deixou o lance seguir. Aos 28, a torcida vascaína se encheu de esperança após Alex Teixeira ganhar na corrida do zagueiro e deslocar de Harlei.

Todavia, a celebração durou pouco. Valmir fez pênalti infantil em Vitor, Paulo Baier foi para a cobrança e diminuiu aos 28. Esse poderia ser o indício de que o time da casa cresceria no encontro, o que não aconteceu. O Vasco assimilou bem o golpe e administrou a vantagem até o fim do primeiro tempo

Edmundo desequilibra e Vasco consolida o triunfo

No intervalo, o técnico Hélio dos Anjos deixou claro que iria dar um "puxão de orelha" em seus comandados. A bronca deu certo e o Goiás parecia outro na etapa final. Sentido a fragilidade do setor ocupado por Valmir, o Esmeraldino insistia nas jogadas pela direita de ataque.

A maior prova disso é que o time da casa chegou ao empate explorando a fragilidade do Vasco no setor, Iarley completou para o gol centro de Vitor. Contudo, ao contrário de outros jogos, a sorte parecia ter sorrido para o time da Colina. Madson, aos 12, arrematou, a bola desviou em Henrique e enganou Iarley.

Cinco mais tarde, a genialidade de Edmundo, que vinha muito bem na partida, fez a diferença. O atacante foi seguro por Paulo Henrique na área e, com personalidade, cobrou o pênalti que daria ao Vasco a tranqüilidade no resto do jogo.

A equipe da Colina passou a administra o resultado. Renato Gaúcho, enfim, conquistaria a sua primeira vitória desde o retorno ao Cruzmaltino. Já o Goiás teria quebrada a seqüência de oito partidas sem derrota e praticamente daria adeus ao sonho de disputar a Copa Libertadores em 2009.

VASCO DA GAMA (RJ) 4 X 2 GOIÁS (GO)
Data: 22/10/2008
Local: Serra Dourada / Goiânia
Árbitro: Leonardo Gaciba (Fifa-RS)
Assistentes: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS) e José Antônio Chaves Franco Filho (RS)
Cartões amarelos: Paulo Henrique, Paulo Baier e Júlio César (Goiás); Alex Teixeira (Vasco)
Gols: Edmundo 20, Alex Teixeira 28 e Paulo Baier 32/1º; Iarley 9, Madson 12, Edmundo 17/2º
GOIÁS: Harlei, Ernando, Henrique e Paulo Henrique; Vitor, Fahel (Ramalho), Fernando, João Paulo, Paulo Baier e Júlio César (Thiago Feltri); Iarley e Anderson Gomes/ Técnico: Hélio dos Anjos
VASCO DA GAMA:Rafael, Eduardo Luiz, Jorge Luiz e Fernando;Baiano (Wagner Diniz), Jonílson, Mateus (Leandro Bomfim), Madson e Valmir; Edmundo e Alex Teixeira (Pedrinho) / Técnico: Renato Gaúcho

Fonte: http://www.uol.com.br/

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Bangu A.C.

2008
Apelido: Bangu
Nome Real: Bangu Atlético Clube
Fundação: 17/4/1904
Endereço: Rua Sul-América 950 - Bangu CEP:21870-100 - Rio de Janeiro/RJ Telefone: (21) 331-1226
Estádio: Moça Bonita (15.000)
Uniforme: Listras verticais brancas e vermelhas, branco, listras brancas e vermelhas
Web Site: http://www.banguac.com.br/
Principais Títulos
Copa dos Campeões Estaduais: 1967
Estadual Carioca 1a. Divisão: 1933, 1966
Estadual Carioca 2a. Divisão 1911, 1914
Taça João Ferrer: 1907, 1911
Taça Romeu Dias Pinto: 1972
Torneio de Guayaquil 1957, 1962
Torneio de Nova York 1960
Copa Verão 2004
Taça A.J.Renner: 1957
Torneio Imprensa do Rio de Janeiro :1943
BANGU (RJ) 2 X 0 PORTUGUESA (RJ)
Data: 19/10/2008
Campeonato Carioca / 2ª Divisão
Local: Estádio Luso-Brasileiro / Ilha do Governador
Árbitro: Djalma Beltrame
Assistentes: Lino de Paula Leite e Gilberto Stina
Gols: Cássio (contra 16'/1º e Bruno Luiz (26'/1ºT
PORTUGUESA: Ricardo; Gil, Pablo, Cássio (Zé Ricardo) e Rodrigo Nunes (Leco); Gullit, Guadalupe, Glauber e Tiano (Fabiano); Éberson e Orlando / Técnico: Baiano
BANGU: Cléber Moura; Valdir, Abílio, Márcio Gleick e Baiano; Edinho, Beto, Tiago Costa (Vinícius) e Fred (Fábio Azevedo); Bruno Luiz (Sassa) e Somália /Técnico: Antônio Carlos Roy
Cartões amarelos: Gil, Pablo e Zé Ricardo (POR) / Fred e Bruno Luiz (BAC)

APERIBENSE (RJ) 1 X 3 BANGU (RJ)
Data:
16/10/2008
Campeonato Carioca / 2ª Divisão
Local: Estádio José Gonçalves Brandão / Aperibé
Árbitro: Luiz Antônio da Silva Santos
Assistentes: Ediney Guerreiro Mascarenhas e Marco Aurélio dos Santos
Gols: Bruno Luiz (2), Thiago Costa
APERIBENSE: Zé Romário, Nenem, Éverton, Arthur, Jorginho. Magal, Geovane( Adão), Jhonatan( Ronzei), Walace, Moreno (Fabio Tosca) e Luis Claudio / Técnico: Índio.
BANGU: Cleber Moura, Valdir, Abílio, Anderson Luiz, Baiano (Fabiano), Edinho, Thiago Costa, Beto, Fred( Fábio Azavedo) Bruno Luiz e Somália ( Vitor Hugo) / Técnico: Roy
Cartões amarelos: Neném, Zé Romário (APB) e Fred e Beto (BAC)
Cartões vermelhos: Wallace e Arthur (APB)

FLAMENGO (RJ) 0 x 2 BANGU(RJ)
Data: 01 / 06 / 1952
Torneio Extra(Municipal)
Local: Estadio de São Januário
Gols: Décio Esteves, Vermelho.
Juiz: Wilson Lopes de Souza
FLAMENGO: Uberaba, Newton, Cido, Valter, Ribamar, Beto, Hamilton(Aloísio), Neca, Índio, Maurício e Itamar.
BANGU: Fernando, Joel, Zé Carlos, Zezinho, Barbatana, João Simes, Naldo, Vermelho, Russo, Décio Esteves, Ciro / Técnico: Ondino Vieira.

BANGU (RJ) 6 x 2 BOTAFOGO (RJ)
Data
:18/04/1926
Campeonato Carioca
Local: Rua Ferrer
Juiz: Octávio Almeida
Gols: Plínio, Ladislau (3), Anchyses (2); Orlando (2)
BANGU: Pastor, Luiz Antônio e Áureo; Arnô, Frederico e Belmiro; Christolino, Fausto, Plínio, Ladislau e Augusto Baiano (Nelson) (Anchyses).
BOTAFOGO: Pessoa (Ribas), Couto e Pardal; Antenor (Lagreca), Alfredinho (Juca) e Pamplona; Maciel, Alkindar, Orlando, Loló e Claudionor.

BANGU (RJ) 2 x 0 BONSUCESSO (RJ)
Data: 21/11/1957
Campeonato Carioca
Local: Estádio Teixeira de Castro
Juiz: Gualter Gama de Castro
Gols: Mário, Ubaldo Miranda.
BANGU: Ernani, Darci, Darci Faria, Haroldo, Zózimo, Nilton, Calazans, Mário, Ubaldo, Décio e Luiz Carlos.
BONSUCESSO: Barbosa, Bibi, Eli, Gilberto, Valdemar, Brandãozinho, Jair, Geraldo, Valter Prado, Nicola e Nilo.

Vasco da Gama x Botafogo.

Um pouco da história do clássico Vasco da Gama x Botafogo.

De José Renato Sátiro Santiago

Se trata de um dos mais emocionantes do futebol brasileiro.
Em 1934, ambas as equipes foram campeãs estaduais.
O Vasco da Gama pela Liga Carioca de Football, com 8 vitórias, 2 empates, 2 derrotas, 28 gols feitos e 16 sofridos.
O Botafogo foi campeão pela Associação Metropolitana de Esportes Atléticos, com 6 vitórias, 1 empate, 1 derrota, 21 gols feitos e 10 sofridos.

Nas finais de campeonatos cariocas, as equipes se encontraram apenas 4 vezes, e a vantagem é absoluta do Botafogo, campeão em todas oportunidades.

A primeira foi em 1948. Onze clubes disputaram o campeonato em turno e returno. Nilton Santos estreou no Botafogo naquela competição, a primeira com a obrigação dos times de usarem a numeração nas camisas.

Botafogo e Vasco chegaram na última rodada, em 12 de dezembro, com o mesmo número de pontos e de forma surpreendente o Alvinegro carioca derrotou o time vascaíno, o Expresso da Vitória, por 3 a 1, com gols de Paraguaio, Braguinha e Otávio .O gol do Vasco foi marcado pelo botafoguense Ávila. O elenco campeão foi formado por: Osvaldo, Gérson e Nilton Santos; Rubinho, Ávila e Juvenal; Paraguaio, Geninho, Pirilo, Otávio e Braguinha. Já o grande Vasco jogou com: Barbosa, Augusto e Wilson; Eli, Danilo e Jorge; Friaça, Ademir, Dimas, Ipojucan e Chico.

Vasco e Botafogo voltaram a decidir um título novamente em 1968. Apesar de precisar apenas de um empate, o Botafogo goleou o Vasco por 4 a 0, em 9 de junho, quando diante de mais de 140 mil pessoas no Maracanã. Os gols foram marcados por Roberto, Rogério, Jairzinho e Gérson. O Botafogo foi escalado com Cao, Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto e Gérson; Rogério, Roberto, Jairzinho e Paulo César Lima. O Vasco da Gama entrou em campo com Pedro Paulo, Jorge Luís, Brito, Ananias (Sérgio) e Ferreira; Buglê e Danilo Menezes; Naldo (Alcir), Nei, Valfrido e Silvinho.

Depois de 22 anos, em 29 de julho de 1990, em um campeonato que teve um controverso regulamento, o Botafogo, com um gol de Carlos Alberto Dias, venceu o Vasco e conquistou o bicampeonato. O Botafogo foi campeão com Ricardo Cruz, Paulo Roberto, Wilson Gottardo, Gonçalves e Renato; Carlos Alberto Santos, Luisinho e Djair, depois Gustavo; Donizete, Valdeir e Carlos Alberto Dias. O Vasco perdeu com Acácio, Luís Carlos Winck, Célio Silva, Quiñonez e Mazinho; Zé do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro, Tita e William, depois Roberto; Sorato e Bismarck.

Em 1997, novamente se encontraram para decidir um campeonato, desta vez em duas partidas, nos dias 5 e 8 de julho. O primeiro jogo foi vencido pelo Vasco por 1 a 0, com gol de Ramon. Na segunda partida, o Botafogo devolveu o resultado, com um gol de Dimba, e foi campeão, uma vez que levava vantagem de acordo com o regulamento. O Botafogo foi para a final com Vagner, Wilson Goiano, Jorge Luís, Gonçalves e Jéferson; Marcelinho Paulista, Pingo, Djair e Aírton, depois Marcelo Alves; Dimba e Bentinho. O Vasco perdeu com Caetano, Alex, Moisés e Felipe; Luisinho, depois Luís Cláudio, Fabrício, Juninho, Ramon, depois Brener; Pedrinho e Edmundo.


Fonte: http://blogdobirner.net / José Renato